Hoje entendo minha mãe que foi educada na cultura "cristã" moralismo, tabus, anti comunista. Ideologias que eram doutrinadas em eventos de oração no calendário anual.
Crianças aprenderam nos anos de 1930, 1940, 1950, 1960 etc. Se naturalizou o racismo, a violência, a pobreza. E pior a culpa do pobre de sua condição.
A abertura política se inicia a crítica a toda essa realidade. As influências dos movimentos estudantis de 1968, "sejamos realistas, peçamos o impossível ".
Os tempos 'conservadores' ou ditos conservadores, a hipocresia que se observa muitas vezes escondem nestas ideologias: família, anti aborto, etc.
Nietzsche o culto a razão, servir interesses e a falta de fundamentos. Projeto de vida é o fundamento cristão, à discriminação dos fundamentos que são trocados por uma falsa moral.
Desnaturalizar essa falsa moral que está baseada em interesses econômicos de mercado capitalista. Desafios que cada vez ficam mais complexos com os chamados neo pentecostais que tem em sua orientação doutrinária em "teologias da properidades" criticados por Jó.
Desculpem escrever o que venho buscando entender sobre a realidade. O que dificulta o diálogo são as verdades que são aceitas como tal. Seguem os doutrinados em meias verdades = mentiras.
Que não contribuem para uma sociedade justa, igualitária e livre! Isso nos fundamentos constitucionais, imaginar algo a mais do que regras liberais parece muito complexo. Ainda mais qie querem acabar com a democracia tais doutrinados em suas doutrinas. Anarquismo é o fim do Estado, os anarco capitalistas querem o fim dos impostos por exemplo. Difícil conceber uma sociedade livre, autonoma de apoio mútuo.
A tendência é de modelos ditos conservadores que impõem a violência, negacionista, mentira?

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