A neutralidade científica é uma narrativa ideológica que esconde da realidade é o que se quer esconder o lado político que está o cientista.
"O erro de Natália Pasternack advém do fato de que todo cientista que ainda navega no século XIX não consegue sair do positivismo. É um erro que nem é propriamente dela, mas do tipo de formação que recebeu. Boa parte dos cientistas possuem uma visão ingênua a respeito da ciência. Acham que a ciência é neutra, que a ciência não tem lados etc. Para se contraporem a um tonto como o senador Girão, acabam fazendo frases bombásticas, lacradoras, mas que não se sustentam no âmbito das discussões da metaciência e da filosofia. A ciência não é neutra e ela tem sim lados. Ele é feita por homens, e não por deuses. A ciência obedece a visão humana do pesquisador tanto na hora que ele inicia a pesquisa quanto na hora que ele a conclui. A busca pela objetividade é um ideal. E a objetividade não implica em neutralidade." (Paulo Ghiraldelli, 2021).
A objetividade está na eficácia, validade e qualidade dos dados coletados e sistematizados.
Fonte Bibliográfica
GHIRALDELLI, Paulo, Os erros de Natalia Pasternack e outros erros doante de Bolsonari, junho de 2021. < https://ghiraldelli.online/2021/06/12/os-erros-de-natalia-pasternack-e-outros-erros-diante-de-bolsonaro/ > acessado em dezembro de 2021
Fonte de imagem
https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/orgao-demanda-que-biologa-se-filie-para-poder-trabalhar-como-cientista-25052315?versao=amp
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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