Como surgiu o cancelamento nas redes sociais?
Primeiro se cancelava personalidades, ao dizerem algo que fosse contra interesses.
Atualmente será que podemos chamar de cultura do cancelamento.
Ou será apenas uma moda de querer cancelar o outro por dizer algo que não gostamos.
Em 2019 me perguntava:
Por que não a cultura do cancelamento?
Exemplo da importância do debate, mesmo que a outra pessoa diga o contrário defender democracia é defender o direito de opinar.
A intolerancia eo o ódio vem tomando espaço nas redes sociais.
Tirar conclusoesdo que está escrito e não simplismente remeter-se nos preconceitos.
Quando digo que não tenho interesse em teoria, o que quero dizer é que não me interessa quem faz pose — quem usa termos sofisticados cheios de sílabas e pretende ter uma teoria quando não tem teoria alguma. […] Não há teoria em nada disso [a filosofia de Lacan, Žižek e Derrida], não no sentido de que estão acostumadas as pessoas nas ciências e outros campos sérios. Tente encontrar em todo o trabalho que mencionou princípios a partir dos quais possa deduzir conclusões, proposições que se pode testar empiricamente, em que se vai além do nível que uma criança de doze anos pode entender em cinco minutos. Veja se consegue encontrar isso quando os termos sofisticados forem decodificados. Eu não consigo. Então não tenho interesse nesse tipo de pose. Žižek é um exemplo extremo disso. Não vejo o menor interesse no que diz.
Dizer que não gosta de uma teoria ou ideia de um autor, ou não gostar da imagem não significa que devemos bloquear o que está sendo colocado nas redes sociais.
Fontes bibliográficas
https://guiadoestudante.abril.com.br/redacao/tema-de-redacao-como-funciona-a-cultura-do-cancelamento/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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