Porque roubaram às terras dos povos originários, mais de 2 mil mortos, triplicou o número de mortos o que se sabia era de não índios?
Eram crucificado, torturados, adoentados com roubas com variula, envenenados, dinamitezidos.
Ficamos pensando como pode termos profissionais da Educação e cristãos/ãs que apoiam isso?
A ganância de ficarem ricos, é um fanatismo em que mistura fé e ambição e ideologias de que rico é rico porque Deus quer.
Na realidade o que se vê são roubos de terras dos povos originarios em 15 Estados brasileiros.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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