Lula petismo hegemonia econômica do capital
E foi o arco de aliança que tirou Dilma do Palácio do Planalto pode ser novamente o Alckmin que orquestra com apoio do centrão um golpe branco via congresso a revogação da presidência o Sr.: Luiz Inácio Lula da Silva. A questão que coloco não é simples, mas complexa “se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”.
Se não faz alianças não consegue aprovar nem o orçamento, com alianças com o centrão PP, Republicanos, União Brasil (ex- PSL e Demo), PL, PTB, PSDB, MDB etc. e tentar acelerar os apoios ao lula por um lado aumenta a força para elegê-lo no primeiro turno da eleição de 2022.
O Bolsonaro está sendo aconselhado pelo centrão para tomar medidas que o PT tomará assim que chegar no poder como aumento do salário do funcionalismo federal.
O que Lula pode fazer é paralelamente apresentar seus compromisso com revogar leis que trazem prejuizos a previdência, desemprego e ou precarização do trabalho exemplo uber.
O PT se vê a reboque de Lula, de novo. São interdependentes, mas têm trilhas próprias. Em 2002 deu certo, quando o partido chegou ao apogeu elegendo 90 deputados federais. Hoje tem 53 e projeta recuperação de 30%, chegando a 70 no plenário da Câmara. (Veja, 2022).
Mais elegerá deputados da direita, confundindo os eleitores pensando que está votando na garantia da governabilidade e os mesmos fisiológicos do centrão é o risco de revogabilidade do presidente entre 2023 – 2026?
A intuição da esquerda quando orienta colocar o Dino, a Dilma ou um Boulos entre outros é porque entendeu o golpe de 2016 e que poderá se repetir novamente no próximo mandato. A única explicação é que o Lula petismo foi ludibriado no poder!
A ilusão de que estando presidente se poderão fazer algumas coisas que agora estão na boca da esquerda: Acabar com a fome, diminuir desigualdades, investimentos em educação e saúde. Essas políticas sociais mitigadas dentro do neoliberalismo fazem barulho na mídia por causa de menos de 3% do PIB.
A caixa de pandora uma vez aberta não tem mais volta, seremos todos influenciados pelas coisas que irão acontecer no Brasil. Uma coisa boa ter uma narrativa mais humana no poder não é toda garantia de transformação da sociedade. Os negacionistas continuam influenciando parte da sociedade com suas mentiras televisionadas diariamente.
A sociedade e sombra do capital, por mais que a COP 25 tenha avançado no sentido de narrativas em defesa do planeta e frear as mudanças climáticas em um planeta com apenas 12% de florestas, cada vez mais falta água potável. Os oceanos estão perdendo biodiversidade em 14% por causa dos nutrientes da agricultura extensiva.
O Brasil tem proposto para o ambiente a pressão internacional para reduzir queimadas, projetos de desenvolvimento sustentáveis podem regenerar florestas nativas dos biomas brasileiros e neste sentido garantir mais água a médio e longo prazo. De imediato o que se vê são soluções em tirar água do aquífero guarani e amazônico que poderá secar florestas e aumentar a desertificação.
A esquerda aceitando o Alckmin de vice e se formalizando uma Federação do PT, PSB, PCdoB, Rede, Psol, Pstu, Pco, PCB e UP. O que muda no país com essa possibilidade de quadros de governabilidade praticamente sem oposição sistemática como aconteceu entre 2003 – 2013. As oposições programáticas ao Lula petismo agora são apenas extrema direita do bolsonarismo negacionista anarcocapitalista.
Parece que a partir de 2023 se verá um arco de alianças que irão alojar praticamente os partidos, podendo alguns partidos como União Brasil, PL, PP, PTB e Repulicanos fazerem uma oposição mais forte. Mas com muitos saindo dos respectivos partidos e entrando no MDB, PSD, PSDB e respectivamente os conservadores poderão se jogar em uma oposição desastrosa, a ultra direita não sabe fazer oposição, são fisiológicos, oportunistas.
Os partidos fisiológicos e de aluguel no eventual governo de Lula estarão pedindo cargos em troca de votação, mas isso poderá acontecer durante o processo de transição do governo bolsonarista para o lulapetismo e será muito próximo da decisão orçamentária de 2023.
Ao mesmo tempo que se finaliza o governo negacionista que propaga ódio e mentiras todos os dias, por mais que possam sabotar para dificultar o novo governo e neste sentido o risco de se ter muitas dificuldades para iniciar um novo governo do Lula e Alckmin em 2023, se encontrará problemas que nunca se imaginavam ter que lidar do tipo do apagamento de dados do SUS por exemplo imaginem se fizerem em todos os ministérios cancelamentos depois de Lula e Alckmin eleitos em outubro.
Paulo Nogueira Batista Junior salienta que os donos da mufunfa os que controlam o dinheiro a economia interno do Brasil.
Faria Lima querem colonizar, domesticar o governo, Lula está se deixando influênciar por Faria Lima? Lula cresceu, lula vai se deixar influênciar por Faria Lima? Mas por isso Lula está disposto a dialogar, articular, percepção e qualidade o capital político irá defenir sobre teto de gastos, relações
com o banco central.
Um pequeno risco do Banco Central BC ameaçar com mais juros, mas lembrar sempre que o BC é uma agência pública e não dita regras.
O que Lula vai fizer na campanha deverá fazer e não pedir licença ao banco central.
Se nas questões interna necessita muito diálogo, articulação nas questões externas o BRICS o retorno de um governo positivo poderá voltar o agronegócio se beneficiar.
Fontes Bibliográficas
https://investigativadialogicawagner21.blogspot.com/2022/01/o-tom-conciliador-de-acordos-amplas-de.html
https://veja.abril.com.br/coluna/radar/por-que-muitos-brasileiros-nao-gostam-do-pt-lula-arrisca-uma-resposta/
https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/artigos/por-que-ele-nao-sera-reeleito-por-paulo-sternick
https://youtu.be/j4_3RmuYCrc
https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/lula-atropela-o-pt-e-avanca-no-seu-movimento/
https://www.opovo.com.br/noticias/politica/2022/01/26/se-eleito-lula-diz-que-nao-ve-problema-em-dialogar-com-centrao-e-outros-setores.html
https://www.google.com/amp/s/br.noticias.yahoo.com/amphtml/lula-destaca-importancia-do-centrao-e-pede-que-pt-compreenda-necessidades-com-alckmin-145057865.html
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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