O imperialismo capitalista nacionalista do putismo quer se justificar pelo anti americanismo.
"A volta dos que não foram" o avanço da OTAN que de desejo da Ucrânia passou à ser negada, agora Ucrânia será neutra, sem apoio ocidental. Ou seja o quintal russo onde se faz o que se quiser, segundo os interesses do capitalismo russo.
A Rússia não é mais a União Soviética, na realidade os sovietes moreram com Lênin e Trotsky.
Genocídio putista na Ucrânia, podemos comparar, se está criando consciência do erro da guerra?
Paulo Ghiraldelli argumenta sobre a consciência que cresce, por isso Lula precisa condenar Putin e vimos um Bolsonaro que foi solidário por interesses de comprar fertilizantes.
O medo de perder apoio dos ruralistas em eventual crise, foi tão grande de o presidente ir negociar na Rússia?
Apelando às ideologias LGBTFOBIA Cirilo líder da igreja ortodoxa oficial russa.
Fontes bibliográficas
https://youtu.be/eEiU_CpluL4
https://www1.folha.uol.com.br/amp/mundo/2022/03/chefe-da-igreja-ortodoxa-russa-culpa-paradas-lgbtqia-para-defender-guerra-na-ucrania.shtml
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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