A luta pela dignidade é coletiva e de interesses coletiva para a maioria ou até para todos.
Lutar é a espirituralidade que alimenta minha alma, por uma mística de luta do povo, rompendo com a mentira, hipocrisia, ganâncias individualistas do sistema financeiracista que nos exploram e dominam.
Não podemos nos deixar atingir por baixarias, olhar científico de distanciamento para proteger-se nossa alma, espirito.
Essa é a mística que me move, de um Deus presente, justiça, igualdade, fraternidade e liberdade.
Uma mística em que tudo emana do povo, uma democracia direta. Uma mística que vai além do imediatismo eleitoral e da democracia representativa.
Um bio poder de respeito a diferenças de boas práticas e de boa convivências com a natureza e o humano.
Olhar de longe do sistema solar nos faz pensar a grandeza do todo. Uma mística cosmológica que busca dignidade em um bem viver.
Fonte da imagem
https://segredosdomundo.r7.com/planetas-mais-proximos-do-sol/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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