Ao ler esse título, algumas pessoas talvez façam ligações um tanto óbvias e previsíveis ao associar os termos “autista”, “arte” e “gênio”. No entanto, esqueça esses pressupostos, afinal, há um motivo clínico para que profissões que abrangem as artes visuais estejam de forma íntima ligadas ao autismo.
Por causa dos prejuízos com questões sociais como a dificuldade de reconhecer as emoções da face humana, muitos autistas preferem formas e objetos em vez de pessoas. 4
Por isso, a criança cresce habituada a uma existência em grande parte visual. A partir daí, é comum que essa pessoa desenvolva um talento para o desenho – já que lápis, canetas, tintas e giz de cera já fazem parte do universo infantil. E conforme vai conhecendo outros objetos como a câmera fotográfica ou o celular, as emoções desse autista ganham um leque maior de possibilidades de expressão.
Além disso, é importante observar que as artes visuais permitem uma subjetividade inerente à condição da comunicação autista. Elas permitem um universo de experimentação que atende as necessidades de pessoas que têm muita dificuldade de se adequar aos modos padronizados da sociedade neurotípica. 5
No mercado de trabalho, há diversas opções de carreira para autistas que demonstram interesse e talento pelos meios visuais. Se o dom está nos desenhos e no uso de materiais, por exemplo, é possível ser ilustrador, designer, pintor, escultor estilista ou até grafiteiro – e que não se confunda com pichador. Se há preferência em retratar as coisas como são, de forma mais palpável, o cinema, a fotografia, o teatro e a arquitetura podem ser caminhos de grandes experiências profissionais.
Fonte bibliográfica
cursos ideais para autistas
https://www.autismoemdia.com.br/blog/carreiras-para-autistas-6-opcoes-para-entrar-no-mercado-de-trabalho/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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