Compreender o que se está vivendo, às confusões e provocações que se tem com a cultura de guerra.
Hoje estava analisando atitudes de alunos, a naturalização da provocação causando ou aumentando a ansiedade. O respeito entre às pessoaa melhoram os ambientes sociais em especoal em sala de aula a culuta da paz possibilitam viver mais saudáveis.
Cultura de guerra ou guerra cultural
"Guerras Culturais" é uma expressão utilizada sobretudo nos Estados Unidos no período pós-II Guerra Mundial e, mais especificamente, dos anos 1980 em diante, como designação dos conflitos de uma sociedade profundamente cindida: democrática e segregada, inventiva e conservadora, disruptiva e tradicional. No Brasil, as guerras culturais tiveram seus contornos melhor delineados com a popularização da internet e das redes sociais.
A partir delas, o conflito de ideias ficou evidente ao longo das últimas eleições presidenciais e a cada manifestação pública do presidente eleito. Trata-se de um tipo específico de tensionamento político e social em que o conflito ocorre na dimensão da cultura - a produção artística, o pensamento, o universo de símbolos e valores. Nesta conferência, pretende esclarecer as origens do fenômeno, o modo como se popularizou no Brasil e algumas de suas consequências atuais. (PEREIRA, 2019).
O uso do termo "guerra cultural" pode sugerir um conflito entre os valores considerados tradicionalistas ou conservadores, contra aqueles considerados progressistas ou liberais. Originou-se na década de 1920, quando os valores urbanos e rurais norte-Americanos entraram em conflito evidente.
O pós-modernismo rejeita o projeto do iluminismo, atacando seus as-
pectos filosóficos essenciais. Além disso, rejeita a razão e o individualismo,
dos quais depende o universo iluminista. Por fim, ataca todas as conse-
quências da filosofia iluminista, do capitalismo e as formas liberais de go-
verno até a ciência e a tecnologia.
Os fundamentos do pós-modernismo são diametralmente opostos aos
do modernismo. Em vez da realidade natural, o antirrealismo. Em vez da
experiência e razão, o subjetivismo sociolinguístico. No lugar da identida-
de e autonomia, o racismo, o sexismo, o classismo e outros “ismos”. No lu-
gar da harmonia dos interesses humanos e de interações mutuamente
benéficas, o conflito e a opressão. Em vez do individualismo em questões
de valores, mercados e política, o comunalismo, a solidariedade e as restri-
ções igualitárias. Em vez das conquistas da ciência e tecnologia, a suspeita
e a hostilidade contra elas.
Esse amplo antagonismo filosófico permeia os temas pós-modernos
mais específicos nos diversos debates acadêmicos e culturais.
(Hicks, 2019, p. 18).
Conclusão
Quanto mais confuso melhor, pode ser no sentido de quanto pior melhor ou não.
Se quisermos um país com capacidade de formulação de políticas públicas eficazes, consciente dos seus interesses econômicos e posição geopolítica em um mundo complexo, de um aluno e um trabalhador que possam ser algo mais do que repetidores de tarefas mecânicas, precisamos das ciências humanas na pesquisa e na educação. Independente do debate esquerda / direita, que se bem colocado pode até ser muito produtivo (o que não é o caso do Brasil atual, infelizmente), as ciências humanas têm um papel a cumprir na sociedade. (OLIVEIRA, 2017).
As ideologias que mascaram a realidade favorecendo interesses ultra conservadores é uma máxima em tempos estranhos que vivemos de ódio e mentira.
Bibliografias
Hicks, Stephen R. C., 1960-
Guerra Cultural : como o pós-modernismo criou uma
narrativa de desconstrução do ocidente / Stephen R. C.
Hicks ; tradução de Matheus Paccini. — São Paulo : Faro
Editorial, 2021.
PEREIRA, Cláudia Regina, Guerras Culturais: O Que São e Como Chegaram ao Brasil?
por Cláudia Regina - publicado 21/10/2019. <
http://www.iea.usp.br/eventos/guerras-culturais > Acessado em 2022.
OLIVEIRA, Rafael Barros de Guerra cultural nos trópicos?
Photo of Rafael Barros de Oliveira, 2017
Imagens
Guerra cultural nos trópicos? https://terracoeconomico.com.br/guerra-cultural-nos-tropicos/
https://catracalivre.com.br/educacao/educadores-e-gestores-podem-fazer-curso-gratuito-sobre-direitos-humanos/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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