o método científico a maneira que se fará a pesquisa, primeiramente compreender o que é ciência e porque de um método?
Entendendo que se escolheu um conceito, começou por pelo sentido etmológico para se fazer uma pergunta científica.
Ao encontrar a pergunta científica para organizar o nosso objetivo é só colocar um verbo.
Estudar a linha funcional pensar a economia atual.
Exemplo 1
A nossa pergunta científica define o objetivo.
Como funciona a economia atual?
Objetivo
Estudar como é o funcionamento da economia atual.
Exemplo 2
Na linha que parte da estrutura podemos pensar à sociedade.
Pergunta cientifica:
Quais são as estruturas da sociedade atual que determinam a economia?
Objetivo: Pesquisar quais são as estruturas da sociedade atual que determinam a economia?
O método
Para encontrar nosso método podemos responder a pergunta: Como?
Focando na economia vamos para a maneira como pesquisar sobre a desigualdade.
As linhas de pesquisa estrutura, funcional dão conta de resolver essa questão da maneira de fazer o estudo.
Avaliar e interpretar em vez de julgar a partir de uma ideologia.
Para não cairmos nessa vala comum de se reproduzir ideologias e de interesses em não se saber sobre a realidade é como agir com fundamentos.
Os pobres necessitam de conhecimentos científico inovadores que levem a transformação da realidade social.
Uma Ciência Humana é Social Aplicada comprometida com a desnaturalizações de "meias verdades" falsas ideologias que mascaram a realidade é impedem o desenvolvimento com justiça, igualdade, solidário.
Muita humildade e respeito e partir de método aberto de avaliar e não se fechar em verdades e ideologias.
Não importa se Somos progressistas ou conservadores, conhecer o pensamento do outro podemos pensar uma crítica científica.
Apenas reproduzir um pensamento não garante compreender a realidade.
A sociologia propõe o método sociológico como maneira de construir uma crítica científica.
Desnirmalizar é desmontar ideologias conservadoras, o que se observa sobre os conservadores em sua tentativa de destruir o pensamento progressista se construir ideologias.
A ideia de jogo do sofismo de narrativas dualista em que se afirma uma ideia do tipo vamos fazer crescer a economia.
Supostamente fazer crescer a economia por pessoas que se dizem serem do bem.
Nesta lógica que existe um lado do bem que irá fazer crescer. Do outro o contrário é então o contrário de bem e um não crescimento.
Do outro lado os progresistas ao defenderem o desenvolvimento fazem crítica ao crescimento que causam a desigualdade.
Rompeu com a visão a crítica, conseguiu avaliar e não julgar?
Agora podemos fazer uma cita, ao pensarmos políticas de Estado em que diminuem a desigualdade na complexidade do capital especulativo de uma economia desigual em que crescimento ricos e desenvolvimento pobres caminham juntas.
A concentração e distribuição de renda convivem ao mesmo tempo. Vivemos em uma sociedade contraditória.
Compensações e o neoliberalismo
Os próprios neoliberais são defensores de políticas de compensação o Filósofo Social Paulo Ghiderlli faz crítica à fase atual do sistema financeiro e chama as compensações financeira de neoliberalismo com políticas sociais mitigada.
O contexto em que vivemos é o capitalismo financeiro, o avanço de crises sistêmicas de concentração de renda e aumento da desigualdade com milhões de miseráveis.
Debate
Compreender o neoliberalismo sua criação com Thatcher na Inglaterra e Regan nos EUA. O pragmatismo e utilitarismo Unidos contra o trabalhismo.
Regan pagava professores para pregarem a cartilha neoliberal e criaram igrejas, dividir para governar.
Estamos vendo no Brasil o resultado do Bolsonarismo de toda essa construção ideológica.
Economia neoliberal
Milton Friedman
Em um de seus escritos iniciais (Friedman, 1948), ao discutir o modo de alcançar a estabilidade econômica, atribuiu lugar de destaque à política fiscal. A proposta envolveu a definição das regras de atuação de quatro elementos básicos: i) o sistema monetário e bancário; ii) os gastos governamentais em bens e serviços; iii) as transferências públicas; e iv) a estrutura tributária.
(...)
A NSN abandonou a hipótese básica do monetarismo de que as oscilações econômicas podem largamente ser atribuídas às variações exógenas da oferta de moeda, passando a considerar a oferta de moeda como endógena e a creditar a responsabilidade pelas flutuações do emprego e da renda aos choques reais (mudanças tecnológicas ou nas preferências dos agentes ou mesmo alterações nas políticas governamentais e choques fiscais). O controle da oferta monetária deixou de ser visto como o instrumento básico de política monetária e surgiu no seu lugar a manipulação da taxa de juros de curto prazo, pensada, com base no conceito wickselliano de taxa de juros natural, como aquela capaz de ajustar o produto efetivo ao produto potencial, de controlar a inflação e de criar as condições de estabilidade econômica. Porém, mesmo tendo se afastado das proposições básicas do monetarismo, incorporou as ideias de Friedman sobre a política fiscal e tomou como base os seus argumentos na construção de desdobramentos teóricos, além de dar à política monetária o lugar de instrumento nuclear no combate à inflação e no ajuste da demanda agregada. (LOPRETO, 2013).
A compensação com políticas de renda mínima, seguro desemprego, auxílio emergencial etc. são possibilidades de distribuição de renda para milhões de miseráveis em poder minimamente ter dignidade de se alimentar, vestir, habitar etc. em cada caso.
Compreender essas políticas compensatórias tem vários sentidos por parte dos neoliberais das migalhas compensando o desemprego estrutural do sistema do capital.
Os chamados keynesianos ou a terceira via do inglês Anthoni Giddens para romper com o neoliberalismo se constitui um neoliberalismo social.
O pensamento progressista vai neste sentido de minimamente se garantir comida, roupa e teto para mais de um bilhão de pessoas no planeta em uma economia de trezentos trilhões.
Bibliografia
LOPRETO, Francisco Luiz C.,
Milton Friedman e a efetividade da política fiscal
Artigos • Rev. econ. contemp. 17 (2) • Ago 2013. •https://doi.org/10.1590/S1415-98482013000200001
Imagem
https://firecash.com.br/bolsa-familia-passara-a-ser-chamado-de-auxilio-brasil-entenda-o-que-muda/
Milton Friedman and the effectiveness of fiscl policy
https://www.scielo.br/j/rec/a/GgtDsrnR8rG58JSJGxczkjR/?lang=pt
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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