A expressão “pobres de direita” visa escancarar a contradição na qual são colocadas essas pessoas, embora não deixe explícita a violência epistemológica da qual são vítimas para que acreditem no capitalismo e no neoliberalismo como se esses sistemas econômicos fossem bons para os trabalhadores. A ideologia do “vencer na vida” (vejam o livro de Laura Astrolábio), conseguiu fazer o neo-escravo acreditar que ele é um empresário de si, que ele é um empreendedor, que ele vencerá por seu próprio mérito. Apaga-se a condição de classe trabalhadora explorada e o que causa o maior pavor aos oligarcas exploradores: a consciência de classe.
Jornalistas sem ética não são diferentes de pastores sem ética.
Fonte bibliográfica
https://www.brasil247.com/blog/golpismo-estrutural
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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