Há sete milhões de anos, provavelmente na África, viveu um ancestral comum aos chimpanzés e a nós humanos.
A evolução do homo sapiens, Walter Neves em seus vídeos aula explica rapidamente o que ensina durante um ano.
Homo Habilis 3 milhões de anos. Homo Erectus 2 milhões de anos.
Homo Neanderthalensis 200 mil anos.
O que conhecemos Homo Sapiens é de cerca de 200 milhões de anos do tempo atual.
Características básicas dos primatas e humanos:
Cinco dedos, polegar, unhas, capacidade craniana, visão trimendicional, visão colorida, cálculo de distância, cria muito dependente e infâncias prolongadas.
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A evolução do homo sapiência, Walter Neves em seus vídeos aula explica rapidamente o que ensina durante um ano.
Os leigos em Biologia dizem:" se homem veio do macaco, por que ainda existem macacos?". Essas pessoas estão assistindo muito Digimon e Pokémon kkkk. Homem não veio do macaco, apenas compartilhamos um mesmo ancestral com macacos. Charles Darwin, ele imaginou que todas as espécies não são imutáveis, que as pessoas atuais eram como galhos de uma árvore que cada ponto do galho pertencia a uma espécie ancestral, ou seja, uma espécie que deu origem uma ou duas novas espécies (na biologia chamamos o processo que dá origem a novas espécies de processo de especiação). Vejam os lobos e os cães, eles compartilham um mesmo ancestral comum, ou seja, uma espécie extinta deu origem a todos os cães que existem atualmente no mundo! Acham que as unhas, as mãos, os dígitos entre outras coisas que são parecidas com os primatas é apenas uma mera semelhança entre a gente e eles? Já dizia Darwin: “ o homem ainda carregar em seu corpo as marcas da sua origem primitiva”.
Ps: A ciência atualmente nos classificar como grandes primatas, ou seja, chimpanzé é nosso primo de primeiro grau e pertencemos ao mesmo galho na árvore da vida. Sei que muitas pessoas não gostam da ideia de ser classificar como um “animal” e principalmente ter um chimpanzé como seu parente mais próximo vivo. Mas o bom da ciência é que ela funciona a gente acreditando nela ou não.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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