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Lavagem cerebral

Partimos da tirinhas da Mafalda, publicidade e consumo.
Interpretar o sentido da publicidade e propaganda na sociedade. Responderam lavagem cerebral, manipulação Imagine perder o controle de seus pensamentos e virar uma espécie de robô que age da forma desejada por um político, um religioso ou uma empresa. Esqueça, porém, a imagem de alguém alterando seu cérebro com choques, cirurgias ou pílulas. Não há fórmula mágica na lavagem cerebral. “Trata-se de uma aplicação de técnicas psicológicas comuns, mas em um nível muito extremo e coercitivo”, diz Kathleen Taylor, pesquisadora da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e autora de Brainwashing – The Science of Thought Control (“Lavagem cerebral, a ciência do controle do pensamento”, sem edição no Brasil). O conceito de lavagem cerebral remete a um termo do mandarim, “hsi-nao“, usado na meditação para definir a limpeza da mente ou do coração. Ele surgiu nos anos 1950, quando o jornalista norte-americano Edward Hunter buscava uma explicação para a súbita mudança de comportamento de soldados de seu país. Eles haviam sido reféns de chineses e norte-coreanos na Guerra da Coreia e, ao voltarem aos EUA, tornaram-se comunistas ferrenhos.
"O propósito da mídia não é de informar o que acontece, mas sim, moldar a opinião pública de acordo com a vontade do poder corporativo dominante." (Noam Chomsky).
"O objetivo das escolas é produzir, através da aplicação de fórmulas, seres humanos formulares, cujo comportamento pode ser previsto e controlado." John Taylor Gatto, no livro - Emburrecimento programado Fonte: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-a-lavagem-cerebral-funciona/amp/

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