Segundo o censo demográfico realizado em 2010, pelo IBGE, a população brasileira é majoritariamente cristã, 87%, sendo sua maior parte católica-romana, 64,4%, entre as religiões não-cristãs mais praticadas no Brasil destacam-se religiões tradicionais africanas como o Candomblé, o tambor de Mina e Umbanda, seguidos por 588 mil brasileiros; o Budismo, praticado por 215 mil, e as religiões indígenas, seguidas por 65 mil brasileiros.
Entre as religiões africanas, iremos destacar o Candomblé, surgido na Bahia em meados do século XIX, é religião de matriz africana das mais difundidas no Brasil. A religião tem por base o culto às forças da natureza, sendo chamada de animista. Como os africanos escravizados eram provenientes de diversos povos e regiões, suas religiosidades evoluíram na forma de diversas tradições, há diversidade mas divindades veneradas, nos atabaques, nos cânticos e na língua litúrgica usada nos rituais.
Nas religiões indígenas, vários animais, plantas, seres mitológicos e a própria Terra e seus elementos em todas as culturas são variavelmente deificados (animismo), ou sacralizados, ou personificados, e em muitas comunidades cultiva-se uma identificação panteísta de um poder divino insondável com a Natureza e os homens. Para eles o mundo visível é apenas um de muitos mundos paralelos, que em certos aspectos ou momentos podem se tornar intercomunicantes, os mediadores por excelência entre o plano divino e humano eram os pajés ou xamãs.
O Budismo chegou no século XIX com os imigrantes do Leste Asiático e é praticado principalmente por brasileiros com origem na China, Coréia do Sul e Japão.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

Comentários
Postar um comentário