A revolução curda tem a participação feminina. Os Curdos reenvedicam-se povo originário com direito ao território e cultura Curda.
"
O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) era uma organização stalinista que combatia, por meio de terrorismo e guerrilha, pela construção de um Curdistão socialista, até que Abdullah Öcalan, seu líder, foi preso em uma operação da CIA. Na prisão, teve acesso aos escritos de Murray Bookchin e se inspirando em suas ideias, desenvolveu o Confederalismo Democrático.
O Confederalismo Democrático
Murray Bookchin foi um anarquista norte-americano que desenvolveu diversas ideias no campo socialista. Uma delas foi defendida em sua obra “Ecologia Social”, na qual afirmava a importância do ambientalismo para a esquerda; outra foi o “Municipalismo Libertário”, que significava a mudança da luta de classes do sindicato para os bairros³.
Öcalan, tendo acesso a essas propostas, construiu sua própria: combinou os escritos de Bookchin com outros elementos, produzindo um programa político inovador conhecido como Confederalismo Democrático. Essa proposta incluía a organização de assembleias e conselhos populares, por democracia direta, que funcionariam de baixo para cima com delegações controladas pelas bases.
Também entendia que a busca pela conquista do Estado não seria positiva, pois promoveria um nacionalismo étnico e militarista, e defendeu que o povo curdo construísse organismos políticos independentes e alternativos com cotas de participação para as diversas etnias. Öcalan também viu no patriarcado um grande problema, e o feminismo passou a ter um local de destaque, colocando a mulher como protagonista da libertação social e coletiva.
Gradualmente, o PKK rejeitou a linha pró-soviética e aderiu ao novo modelo. Apesar de em 2012 terem apresentado uma oficina no Encontro Anarquista de Saint-Imier, Suíça, nunca se afirmaram anarquistas, por considerarem que sua ideologia possui diversas inspirações, incluindo o marxismo."
Mais a esquerda
https://www.youtube.com/live/q0hX_CwSF-w?feature=share
Fonte
https://jornaldois.com.br/revolucao-curda/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
Comentários
Postar um comentário