Pensar os descaminho ocidentais na modernidade vamos partir do:
Culto a razão, a religião seguir interesses e a religião perder fundamentos em Nietzsche
.
Estou lendo de Friedch Nietzsche ASSIM FALOU ZARATRUSTRA
É uma leitura que venho a muito tempo querendo fazer.
Bibliografia
NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm, 1844-1900. ASSIM FALOU ZARATRUSTRA: um livro para todos e para ninguém, tradução: Carlos Diarte e Anna Duarte SP Ed. Martin Claret, 2014.
Imagem https://www.infobae.com/america/cultura-america/2018/10/08/el-primer-nietzsche-auge-de-un-genio-eternamente-critico/?outputType=amp-type
21 livros para baixar
https://aletp.com.br/21-livros-de-nietzsche-para-baixar-em-pdf/
OUTRAS LEITURAS PARA COMPREENDER OS PENSAMENTOS FILOSÓFICOS DE NIETZSCHE
Para compreender ZARATRUSTRA estou pesquisando na Internet a partir de três críticas passadas o que se chama a golpe de martelo.
Crítica 1:
Culto a razão Nietzsche
Nietzsche empreendeu uma crítica radical à moral vigente; demonstrou o ser humano mesquinho, pequeno, fraco, covarde, omisso e cínico. Além disso, a possível “cura”, segundo o filósofo, não passa pela via coletiva. A vida não vale a pena ser vivida, dentro da mediocridade imposta. O mundo não é para os fracos, diz Nietzsche.
http://oextra.net/1832/nietzsche-e-a-crise-da-razao
Crítica 2:
A religião seguir interesses econômicos em Nietzsche
A crítica
de Nietzsche ao Cristianismo tem como alvo o sujeito enquanto agente moral. Todavia,
não é necessariamente uma crítica a Jesus, o Cristo, visto que, Nietzsche considerava
Paulo o verdadeiro fundador do Cristianismo. Nesta pesquisa analisamos alguns aspectos
da Religião na pós-modernidade e a recepção do pensamento de Nietzsche neste cenário.
Hoje, com a pós-modernidade, a Religião, ao menos suas representações institucionais,
tornou-se coadjuvante no debate sobre temas relevantes, porém, a humanidade prossegue
vivendo dimensões religiosas, cada vez mais particulares e subjetivas.
Fonte
LIMA, Sebastião Hugo Brandão,
A CRÍTICA DE NIETZSCHE À RELIGIÃO CRISTÃ
Dissertação do programa de mestrado em
Ciências da Religião, na linha de pesquisa
Campo religioso brasileiro, cultura e sociedade. UNICAP
RECIFE, JANEIRO DE 2015.
Crítica 3: As religiões não têm fundamentos em Nietzsche
Deus foi morto no gradual rompimento entre o homem e a moral religiosa, cujos discursos tornaram-se obsoletos diante das interpretações oferecidas pelas ciências emergentes. A visão de mundo proporcionada pela fé, com isso, foi relegada a uma esfera de crença e superstição e o homem, agora apoiado pela ciência e os avanços da técnica, tornou-se uma espécie de (novo) absoluto. Como consequência desse antropocentrismo, pudemos constatar que, ao assumir a responsabilidade sobre as questões que permearam, como ainda permeiam, as relações no mundo, o homem enfrentou grandes contrastes entre os objetivos presentes na ideia de progresso da ciência e a realidade das aplicações científicas, que possibilitaram, na posteridade, o retorno da religião como forma de sanar a desorientação causada por estes contrastes. E tal como testemunhamos no cenário atual, este retorno da religião apresenta-se não mais como se dava na medievalidade, na qual a religião orientava-se por um sentido único. Nos nossos dias, a experiência religiosa é caracteristicamente marcada por um pluralismo nas formas de expressão da sacralidade. Segundo Vattimo, o Deus que se apresenta nas interpretações bíblicas da pós-modernidade é o “Deus do livro”, que não existe senão na palavra de salvação interpretada pelos fiéis segundo suas vivências, e, junto a estas interpretações, percebe-se, agora, uma igreja realizada na comunidade assumindo o lugar que antes constituía-se uma autoridade dogmática.
fonte
https://helius.uvanet.br/index.php/eros/article/view/294
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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