É preciso falar sobre o genocidio da civilização originária yanomami, que vive na floresta no norte da Amazônia, 9,6 milhões de hectares, entre Estados do Amazonas e Roraima e da fronteira do Brasil com a Venezuela. Sofrem com a entrada de cerca de 20 mil garimpeiros, que estão destruindo tudo, o registro da morte em 2018, 236, em 2019, 259, 2021 249, em 2022 100 crianças houve um aumento de 331% de desnutrição nos últimos quatro anos.
"É possível que vocês tenham ouvido falar de nós. No entanto, não sabem quem somos realmente. Não é uma boa coisa. Não compreendem nossas palavras. Assim, era possível que acabassemos morrendo sem que vocês soubessem." (Davi Kopenawa).
O Xamã Yanomami Davi Kopenawa e o Antropólogo francês Bruce Albert mantêm a décadas estreita colaboração que resultou em livros como A queda do céu e o livro: O Espírito da Floresta.
“(...) vemos as árvores se tornarem seres humanos, com olhos e boca. Também ouvimos as vozes dos animais da floresta falarem ..." (ALBERT, 2023, p. 132).
O espírito da floresta sob o efeito do yakoana, maneira que os Yanomami conseguem dialogarem com o que eles chamam de espírito da floresta. Para os povos originários a luta para manter a cultura originária é a luta pelo futuro do povo originário no caso o futuro dos yanomami.
2 Bibliografias
ALBERT, Bruce, O espírito da floresta: A luta pelo nosso futuro / Bruce Albert e Davi Kopenawa; tradução Rosa Freire d’Aguiar 1º edição São Paulo, Companhia das Letras, 2023.
MORAES, Ana Carolina Albuquerque de, Claudia Andujar e Marcello Tassara: O transe yanomami na fotografia e no cinema, 2018.< https://doi.org/10.4000/artelogie.2572 > < https://journals.openedition.org/artelogie/2572 > Acessado em 2023.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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