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A bandeira do Brasil como símbolo de união e amor

 


Prezada Fernanda Torres,

Escrevo com admiração por sua trajetória artística e pelo alcance público que sua voz possui na cultura brasileira. Justamente por isso, ouso fazer uma sugestão simbólica e afetiva.

Na próxima propaganda ou manifestação pública que realizar, que tal vestir não apenas a camisa da seleção brasileira, mas destacar com orgulho a bandeira do nosso país — o Brasil — com suas cores, seu significado histórico e o lema que nos representa: Ordem e Progresso.

E que essa frase seja completada com aquilo que mais nos falta nos tempos atuais: Amor.

Ordem, Progresso e Amor pelo povo brasileiro, pela democracia, pela cultura e pela diversidade que nos formam como nação.

Símbolos importam. Eles educam, inspiram e unem. Que a bandeira do Brasil seja novamente um sinal de pertencimento coletivo, e não de divisão.

Com respeito e esperança,

Osni Valfredo Wagner


Dizem que a ordem dos fatores não altera o produto, então que tal, AMOR, ORDEM E PROGRESSO , respeitando a lei da Augusto Comte, do positivismo. O amor vem por princípio,  a ordem por base, o progresso chega por fim. (Antônio Ivo Medina, 2025)


Todo dia uma piada nova, bom é viver com ironia mesmo

Quem é esse Osni bocó de mola pra dar aula de “como se portar” pra Fernanda? 😂

É o fiscal de comportamento da internet, versão bolsominion: manda regra, mas tropeça na própria contradição.

Os mesmos que juraram boicotar as Havaianas agora usam Ipanema achando que é resistência — sem perceber que é a mesma fábrica, só trocou a etiqueta. Patriotismo seletivo de vitrine.

Pior vai ser o dia em que descobrirem que o suco artificial vem numa embalagem escrita “FAZ UM L”. Aí vão entrar em pânico, achando que até o refresco virou propaganda do Lula. 🧃🤡

No fim, é isso: guerra cultural contra sandália, suco e letra do alfabeto — enquanto a realidade passa de chinelo do lado.


Quem é  Osni Valfredo Wagner, 58 anos nasceu em Blumenau SC, no Bairro da Velha de pai mecânico e mãe empregada doméstica.  Iniciou aos 12 anos limpando jardins da vizinhança,  ao 14 anos iniciou ofício de marceneiro como aprendiz. Formou - se em Ciências Sociais em 1989, Bacharelado em 2000. Especialista em Gestão ... na UFLA MG, Mestre em Desenvolvimento Regional na FURB 2013. Doutorando em Direito na UBA Argentina e trabalha como Professor de Sociologia e Geografia desde 1995.



Bibliografia Satírica

Silva, B. (2025). Manual de Contradições Cotidianas: De Havaianas a Ipanema. Editora Chinelo & Cia.

— Estudo antropológico sobre a evolução do calçado patriótico-ideológico e suas variações semânticas.

Oliveira, T. (2024). Política do Refresco: Embalagens, Letras e Paranoias. Revista de Estudos do Absurdo, vol. 13, pp. 42–69.

— Pesquisa sobre como um “L” em embalagem vira manifesto político.

Souza, R.; Albuquerque, F. (2023). O Que Não Mudou e Ainda Assim Virou Batalha Cultural. Instituto de Estudos Irônicos.

— Capítulo: “Quando a crítica ao óbvio se torna o óbvio criticar”.

Pereira, M. (2025). O Guia Definitivo do Bolsonarista Que Não Usa Havaianas. Série Chinelos & Identidade.

— Tese de doutorado sobre sinalizações de autenticidade via acessórios.

Revista do Meme Nacional (ed. Especial, 2025). De Chinelo Ipanema a Suco Faz um L: Narrativas e Reações.

— Coletânea de memes, análises e risadas documentadas.












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