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HIPINOSE COLETIVA INDIVIDUALISTA?


No final podemos pensar um pouco sobre algumas maneiras de sairmos da hipnose coletiva
Vamos iniciar por mitos progressista e/ou esquerda no sentido eleitoral
As ideias surgem dos nossos estudos. Assisto diariamente os vídeos de Paulo Ghiraldelli é filósofo e seu esforço investigativo e reflexivo Acordei pensando nos mitos da esquerda ou dos progressistas:
A mitologia brasileira tem o e se fosse diferente¿
Se
é sempre o se!
Da questão.

Somos criativos, temos imaginação.

Se em 1989, Brizola tivesse sido cabeça de chapa ganhava de Collor.
Se em 2018, Ciro Gomes fosse disputar o segundo turno ganhava do Bolsonaro.
Acordei pensando em fazer um texto e estou com vontade de fazer uma live.
E vou enviar para o meu amigo filósofo Paulo Ghiraldelli.

Amigos esses mitos do chamado campo progressista e/ou esquerda no sentido eleitoral.
Para mais críticos anarquista eleitoreiro,  25% dos votos nulos podemos estar caracterizando como voto 'anarquista'.
O mito de que anarquistas ajudam o capitalismo. Os próprios  liberais preferem que sejamos anarquistas do que socialistas, comunista e ou social democrata?
Ruim é anarquista achar que anarco-capitalismo é bom para os 80% da base que produz riqueza.
Pior ainda são anarcos-capitalistas acreditarem que Bolsonaro vai fazer uma mudança boa.
A mitologia bolsonarista ainda mantém  o populismo eleitoreiro e a culpa no PT.
Neste sentido os Cirogomistas mantém  o mito que irão vencer o bolsonarismo.
Pior ciristas gomistas acreditarem que ganham sozinhos como se não existisse o Partido dos Trabalhadores.
Não por que são contra as ideias do PT, mas porque os bolsominions fazem a ladainha contra o PT, culpa o patê que não quer porque ricos não o querem.
Porque ricos não querem o PT?
Não se quer investimentos em políticas as minorias.
Então se for o brizolismo, cirismo ou qualquer outro tipo de ismo progressista a elite rica vai contra.
Derrubar Bolsonsro para colocar Muorão psl e Maia dem ?
A esquerda precisa sair do canto a sereia e dos mitos e começar a fazer o que fazia nos anos de 1980.
Até estamos fazendo, mas a partir de mitos. Esses mitos nos atrapalham, assim como os ranços.
Não podemos entrar no discurso retórico em contrapor a retórica bolsonarista.
Esse é o jogo da dualidade.
Reflexivos investigativas estudam e refletem a realidade.

Não fazem criticas vazias, significa pensar no que falamos.
Não a polêmicas polarizantes que ajudam a manter o outro pólo que não desejamos.
Não partem de verdades que fazem parte do jogo e neste sentido se disputa crença em retórica fanáticas.
Não buscam no determinismo as fórmulas prontas de um caminho.
Sem ansiedades imediatismos e superficialidade oportunistas. Que são armadilhas gastamos tempo com essas armadilhas.
Busque trocar  julgamento por avaliação. A retórica da verdade sugere o outro como mentira e neste sentido julgam a partir da verdade que se tem.

Julgamento se parte de um tipo ideal de verdade ideológica.

Avaliar se parte da realidade a partir de ações e fatos da realidade.
A reflexão investigativa é uma reformulação do discurso e ao mesmo tempo um repensar a realidade em movimento.

Me lembro dos anos de 1980 a revista conceitos e provocações, em 2009 fiz um blog em apologia aos anos de 1980.
Um resgate ao pensamento crítico e a práxis libertadora, teologia da libertação  Cristianismo e Dialética.
Muitos ainda vivem o passado, a partir de 2010 ingressei no mestrado assim como a graduação nos faz investigativos e reflexivos.
Comecei a pensar melhor a ideia de diálogos e libertação, essa minha pré história até chegar ao que hoje chamo de reflexão investigativa.

Crítica, dialogo, libertação, reflexão investigativa!


fonte de investigação
Paulo Ghiraldelli
A tétrica arapuca
https://youtu.be/0IoWQFx6quQ

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