Cada pessoa tem um processo de auto construção: Crítica, dialogo, libertação, reflexão investigativa!
As pessoas precisam sair do canto da sereia e dos mitos e começar a fazer o que fazia nos anos de 1980.
Mas, na realidade atual não é os anos de 1980.
Sempre tem o mas!
O século passado se teve uma recepção diferente de agora, as ideias de democracia, direitos humanos, estão confusas. Nos anos de 1980 não tinham tanta coisa contra.
As redes sociais deram vida para o foco de interesses da elite branca rica e racista etc..
A direita reproduz os interesses dos trabalhadores a partir de ideologias de direita rica.
Essa realidade de fenômenos ultra direitista banalizam a vida, os direitos, desvalorizam o que é importante na vida.
Não podemos entrar no discurso retórico em contrapor a retórica 'bolsonarista'.
Esse é o jogo da dualidade.
Reflexivos investigativas estudam e refletem a realidade.
Não fazem criticas vazias, significa pensar no que falamos.
Não a polêmicas polarizantes que ajudam a manter o outro pólo que não desejamos.
Não partem de verdades que fazem parte do jogo e neste sentido se disputa crença em retórica fanáticas.
Não buscam no determinismo as fórmulas prontas de um caminho.
Sem ansiedades imediatismos e superficialidade oportunistas. Que são armadilhas gastamos tempo com essas armadilhas.
Busque trocar julgamento por avaliação. A retórica da verdade sugere o outro como mentira e neste sentido julgam a partir da verdade que se tem.
Julgamento se parte de um tipo ideal de verdade ideológica.
Avaliar se parte da realidade a partir de ações e fatos da realidade.
A reflexão investigativa é uma reformulação do discurso e ao mesmo tempo um repensar a realidade em movimento.
Me lembro dos anos de 1980 a revista conceitos e provocações, em 2009 fiz um blog em apologia aos anos de 1980.
Um resgate ao pensamento crítico e a práxis libertadora, teologia da libertação Cristianismo e Dialética.
Muitos ainda vivem o passado, a partir de 2010 ingressei no mestrado assim como a graduação nos faz investigativos e reflexivos.
Comecei a pensar melhor a ideia de diálogos e libertação, essa minha pré história até chegar ao que hoje chamo de reflexão investigativa.
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