A preferência de Lula só cresce, em agosto pesquisas já vinham apontando possibilidade de Lula se eleger no primeiro turno da eleição para presidente em 2022.
Se não ocorrer nenhuma interferência significativa no processo eleitoral até o dia da eleição. Em janeiro o atual presidente mesmo que não entregue a faixa, ou entregar a faixa ao Lula a contra gosto.
Seria irônico a Dilma entregar a faixa simbolicamente ao Lula, o que deveria ter acontecido em janeiro de 2019, Temer entreguista para Bolsonaro organizou os bastidores em prol do presidente.
Não é por acaso que o temeroso veio socorrer o inominavel no nefasto episódio do sete de setembro, falar para o cercadinho como tentativa de aumentar os cerca de 10% do eleitorado.
A vergonhosa ida a ONU para falar ao cercadinho as lorotas de sempre parece que aos poucos está perdendo espaço. E à tentativa de imitar o lulapetismo com o bolsa familia que agora será "auxílio".
E o Brasil perde em fortalecer políticas estatais com essa mudança de nome o bolsa família vem desde o FHC com o nome consolidado.
Ao mesmo tempo que o núcleo duro do coiso fica descontente com políticas Estatais, mesmo que mudem o nome do bolsa família para auxílio cidadão.
E todos sabem que o desgoverno está olhando somente para a eleição e o eleitor de modo geral não quer dar mais quatro anos para um desgoverno, negacionista, privatista que concentra riqueza com inflação, recessão e desemprego.
A mudança ainda é Lula e o Partido dos Trabalhadores que tem compromissos com distribuição de renda e melhorias na qualidade de vida da maioria da população brasileira.
É essa a questão uma minoria que perde o espaço político que sempre estiveram na frente de governos autoritários a serviços de interesses dos mais ricos.
No dia 02 de outubro de 2021, um FORA BOLSONARO!
Fonte da imagem
https://veja.abril.com.br/blog/matheus-leitao/nova-pesquisa-lula-la-e-no-primeiro-turno/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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