Uma interpretação segundo os Nove Sistemas de John Rockstrom, em ordem de maior gravidade e risco de desequilíbrio planetário:
1- MUDANÇAS CLIMÁTICAS destruição do ozônio desintegração da bioesfera e perda de espécies
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2- BIOMAS 12% de florestas o mínimo 30% ONU
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3- HIDROLÓGICO seca desertificação
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4- NUTRIENTES diminuindo ph dos oceanos acidificação causando mortes da biodiversidade e desertificação
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5- POLUENTES 100 milhões de tipos de lixo desconhecidos efeitos
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6- AEROSSÓIS efeito estufa
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7-Fluxos biogeoquímicos (ciclos do fósforo e do nitrogênio)
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8- Biodiversidade
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9- Ozônio
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Segundo a interpretação de Vicente Monera "As mudanças climáticas são apenas um dos aspectos do que vem acontecendo de errado com o meio ambiente da Terra. O pesquisador sueco Johan Rockström e o químico americano Will Steffen lideraram um grupo de cientistas que propôs 9 limites planetários que não deveriam ser transpostos.
1. Mudanças climáticas
2. Perda da integridade da biosfera (perda de biodiversidade e extinção de espécies)
3. Destruição do ozônio estratosférico
4. Acidificação dos oceanos
5. Fluxos biogeoquímicos (ciclos do fósforo e do nitrogênio)
6. Mudança do sistema terrestre (por exemplo, o desmatamento)
7. Utilização da água doce
8. Carga atmosférica de aerossóis (partículas microscópicas na atmosfera que afetam o clima e os organismos vivos – ainda não quantificado globalmente)
9. Introdução de novas entidades (por exemplo, poluentes orgânicos, materiais radioativos, nanomateriais, e microplásticos – ainda não quantificado globalmente)" (MONERA, 2017).
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Fonte Bibliográfica:
MONERA, Vicente, 2017. https://vicentemanera.com/2017/01/25/temos-tempo-para-discutir-o-aquecimento-global/amp/ - 2021.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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