Cientista John Rockstrom da foto
O documentário ROMPENDO BARREIRAS: NOSSO PLANETA, em texto para quem não consegue assistir no Netflix.
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Fonte da imagem:
https://veja.abril.com.br/cultura/politicos-nao-estao-ouvindo-diz-naturalista-sobre-aquecimento-global/amp/
Você pode se imaginar estar dirigindo em uma região montanhosa, com uma estrada que sobe por toda montanha com um veículo muito potente indo muito, muito rápido. Sem os faróis ligados em penhascos onde você pode correr risco de cair e é claro que você quer acender os faróis e é isso que a ciência quer fazer acender os faróis iluminar o caminho para que todos possam ver os riscos que existem. (John Rockstrom).
As descobertas recentes feitas pelos cientistas que estudam a forma como o nosso planeta funciona com certeza são de grande importância para nós as perspectivas são muito preocupantes, entretanto eles também nos dão esperanças porque mostram como podemos concertar tudo. Um dos cientistas que se dedicou a sua vida inteira nestes importantes problemas globais é da Suécia John Rockstrom.
O que ele e seus colegas do mundo inteiro descobriram talvez seja um dos panoramas científicos mais importante de todos os tempos o John Rockstrom nos deu esperança uma esperança que existe solução para esse problema. A partir do momento que você tomar conhecimento você vai tomar conhecimento nunca irá olhar para o mundo da mesma maneira. (Narrado por David Attenborough).
Fonte: https://www.jornalgrandebahia.com.br/2020/10/quem-e-david-attenborough-o-ambientalista-de-94-anos-que-quebrou-o-instagram-com-mensagem-de-preservacao/
Não se trata do planeta, se trata de nós, se trata do nosso futuro. Ainda temos uma chance a janela ainda está aberta para que a humanidade tenha um futuro. Eu acho que essa é a beleza do momento em que estamos atualmente. (John Rockstrom).
Nosso conhecimento sobre como o planeta funciona está sempre progredindo. Agora com mais clareza do que nunca podemos ver como a complexidade intrincada da vida é essencial para a nossa sobrevivência. Mas a biodiversidade está em colapso e o clima está mudando. Johan Rockstrom está focado no que mantém nosso planeta estável. (Narrado por David Attenborough).
Graças a ciência, somos a primeira geração a ter consciência que estamos comprometendo a estabilidade e a capacidade do planeta terra de sustentar o desenvolvimento humano. Estes dados do núcleo de gelo talvez sejam os mais importantes da atualidade. (John Rockstrom).
O gráfico é uma revelação. Ele mostra variabilidade da temperatura da Terra nos últimos 100000 (Cem mil anos) desde a primeira aparição do homem moderno. (Narrado por David Attenborough).
A temperatura oscilava dez graus abaixo e acima de zero por década. Em outras palavras, era uma época difícil. (John Rockstrom).
O mais grave é que a temperatura se estabilizou a apenas 10000 anos. (Narrado por David Attenborough).
Como podem ver, esse foi uma estabilização incrível, quase um milagre durante o período interglacial. (John Rockstrom).
Os relógios deram um nome especial para esse período de estabilidade. É chamado de holoceno. (Narrado por David Attenborough).
O holoceano é extraordinário é um período quente onde a temperatura média global varia entre mais ou menos 1 °C durante todo o período. Apenas variou apenas 1 °C. Esse fenômeno que estabeleceu no mundo moderno como conhecemos. (John Rockstrom).
As temperaturas estáveis do oceano nos deram um planeta estável. Ou nível do bar estabilizado. Pela primeira vez tivemos estações previsíveis e o clima confiável. Essa estabilidade foi fundamental pela primeira vez o surgimento de civilizações foi possível e a humanidade da oferta ao tempo em tirar proveito deste cenário. (Narrado por David Attenborough).
Aprendemos a cultivar arroz, trigo, milho e sorgo em diferentes continentes e ao mesmo tempo. E iniciamos nossa jornada para a civilização. Esse foi o estágio interglacial que nos permitiu desenvolver as civilizações modernas. O holoceno é o único estado do planeta que temos certeza de que pode propiciar a existência do mundo moderno. (John Rockstrom).
Desde o início da civilização dependemos desta condição estável do planeta. Planeta com 2 calotas polares permanentes. Rios que fluem. Ou manto de floresta. Um clima confiável. E abundância de vida.
Fonte imagem: https://geomorfusjr.wixsite.com/geomorfusjr/post/o-antropoceno-e-a-interven%C3%A7%C3%A3o-humana
Ao longo do holoceno este planeta estável nos deu incontáveis alimentos água para beber e ar puro para respirar, mas acabamos de deixar o holoceno para trás. (Narrado por David Attenborough).
O aumento exponencial das pressões humanas no planeta Terra atingiu um estágio em que criamos nossa própria era geológica. (John Rockstrom).
Recentemente cientistas declararam que o holoceno terminou e que nós estamos no antropoceno a era dos humanos porque agora somos nós os principais responsáveis pela mudança do planeta Terra.
Transformamos metade das terras habitáveis do mundo em áreas de cultivo e criação de gado. Movemos mais sedimentos e rochas do que todos os processos naturais da Terra. Mais da metade do oceano tem pesca ativa. 9 entre 10 de nós respira o ar insalubre. E no equivalente a uma vida. Em mais de 1 °C. (Narrado por David Attenborough).
Eu diria que, talvez, a mensagem mais terrível para a humanidade é a seguinte: em apenas 50 anos, conseguimos tirar a terra do estado de estabilidade em que ela esteve nos últimos 10 mil anos. Será que estamos prestes a desestabilizar todo o planeta? Essa é uma situação perturbadora de se ver pela primeira vez temos que considerar seriamente o risco de desestabilizar todo o planeta. (John Rockstrom).
Enxergar o panorama geral tem sido a ambição de John Rockstrom. Tirar proveito de uma rede global de conhecimento. Aprender o que mantém todo o planeta estável. (Narrado por David Attenborough).
Quais são os sistemas que determinam o estágio do planeta? Se eram 5 se eram 30 não sabíamos quando começamos apenas nos questionamos abertamente. Podemos identificar os sistemas que regulam a situação do planeta? (John Rockstrom).
Esses sistemas mantiveram o planeta em uma situação estável durante todo o holoceno. À medida que aumentam as pressões da Terra existe o perigo de que esses sistemas comecem a quebrar de que rompamos as Barreiras da Terra causando o colapso da estabilidade e da qual dependemos. (Narrado por David Attenborough).
Eu estava completamente convencido de que queríamos investigar esse desafio que é definir as Barreiras planetárias e será que podemos identificar um ponto quantitativo que ultrapassado corremos o risco de desencadear mudanças não lineares e esse se torne a nossa barreira? (John Rockstrom).
Se os cientistas pudessem definir as Barreiras do nosso planeta eles também poderiam nos dar a roda para que pudéssemos sair desta crise atual nos mostrando não apenas como evitar o colapso, mas também como garantir nosso futuro próspero no planeta Terra? A primeira e mais óbvia barreira é bem conhecida por todos nós. Com as atuais temperaturas globais mais altas do que desde o início da civilização. Existe o perigo de já termos ultrapassado a barreira do clima da Terra. Talvez a prova mais alarmante disso. Seja a mudança do gelo no planeta. Sendo o sueco Johan vivencia isso com mais intensidade que a maioria. (Narrado por David Attenborough).
Bolívia
Fonte http://gaea-habitat.blogspot.com/2009/07/?m=1
Eu aprendi na Suécia assim como todas as outras crianças que crescem no país que o pico do sul de Kebnekaise é o pico mais alto de todo o país esse é um conhecimento que está enraizado na identidade de ser um cidadão sueco. (John Rockstrom).
Então é claro que? A pessoa fica triste quando percebe que isso não será mais assim. O pico sul Kebnekaise perdeu recentemente o título de ser o maior pico da Suécia. A geleira que forma seu ponto mais alto tem diminuído por volta de meio metro por ano nos últimos 50 anos. (Narrado por David Attenborough).
O que vemos aqui no Kebnekaise não vai desestabilizar por aqui só no planeta. Mas ter 2 calotas polares permanentes no Ártico e na Antártida é o próprio pré-requisito para o planeta permanecer no estado que nos permitiu desenvolver as civilizações como as conhecemos e é por isso que vem? Derretendo é uma preocupação tão grande independente de se tratar de uma pequena geleira de Kebnekaise de caixa ou de estarmos falando da Groenlândia porque todas elas atuam juntas nessa capacidade fantástica de resfriar o planeta. (John Rockstrom).
Esse efeito de resfriamento foi fundamental em manter a temperatura da Terra estável durante o holoceno o gelo que existia na Terra refletir a quantidade certa de energia do Sol de volta ao espaço. (Narrado por David Attenborough).
Uma superfície branca permanente como como essa que vemos aqui ao redor reflete 95% por cento do calor que chega do Sol. Quando essas calotas polares começam a derreter elas não só diminuem de tamanho como também ficam com as margens muito escuras que absorvem o calor mas só de se abrir uma superfície líquida. Muda a cor de forma significativa então pode-se chegar a um ponto em que as calotas polares mudam de resfriamento automático para aquecimento automático. E esse é o ponto crítico mais grave do sistema do planeta. (John Rockstrom).
Um ponto crítico é o ponto além do qual uma mudança se torna irreversível. É como se um trem parado em uma ladeira começasse a se mover. Os freios do trem estão falhando. Então o trem começa acelerar aí cada vez mais rápido até que em certo ponto perdemos o controle. Os freios que poderiam impedir o derretimento da calota polar da Groenlândia já estão falhando. (John Rockstrom).
Quando vim aqui a primeira vez aos 20 anos e parecia que eu não estava vivendo um sonho porque estava vendo paisagens que eu só tinha visto nos livros. (Jason Box).
Jason é um dos muitos cientistas ao redor do mundo cujas provas e perspectivas foram fundamentais para a pesquisa de Johann. (Narrado por David Attenborough).
A nevasca de milênios da Groenlândia se acumulou produziu essa culpa no de gelo de uns 3 km de espessura que fica alto na atmosfera é muito frio lá em cima. (Jason Box).
À medida que derrete a superfície da calota polar desce para o ar mais quente acelerando o derretimento. Quanto mais derrete mais frio o clima precisa se tornar para poder revertê-los. Mas o clima atual já é quente demais para Groenlândia. (Narrado por David Attenborough).
12:39 tempo do documentário
Fonte : https://piaui.folha.uol.com.br/materia/a-groenlandia-esta-derretendo/?amp
No clima de agora a Groenlândia já está além do limite. É perdendo 10000 m³ de gelo por segundo. Essa é a taxa média de perda e essa taxa de perda só vai continuar enquanto aumentar o calor. A Groenlândia está perdida. Obviamente que sim. (Jason Box).
Ao menos que possamos resfriar de forma expressiva o clima da Terra. O derretimento da calota da Groenlândia continuará inevitavelmente. (Narrado por David Attenborough).
O mais grave é que uma das características dos pontos críticos é que depois que você inicia o processo não é possível parar. Ele assume o controle é tarde demais não dá mais para falar roupa agora percebi que não queria derreter a calota polar da Groenlândia vamos voltar aí já é tarde demais. Quando se ultrapassa esses pontos críticos se entra em um ponto sem retorno que em resumo coloca o planeta em um estado de deslize irreversível que o afasta de um cenário que pode no nosso caso sustentar os seres humanos? (John Rockstrom).
O derretimento da calota polar da Groenlândia aumentará o nível do mar em 7 m ao redor do mundo. (Narrado por David Attenborough).
Imagine o mundo em que o nível do mar não seja estático e sempre mude. Centenas de cidades litorâneas estão ameaçadas pela elevação dos mares a estabilidade do nível do mar foi um fator importante para o desenvolvimento da civilização. Estamos olhando para um futuro que é um filme apocalíptico.
Mas a Groenlândia é só uma das calotas polares da Terra e é pequena perto da sua gêmea do sul. (Narrado por David Attenborough).
Há não muitos anos. Pensava-se que a Antártida era um sistema resiliente era uma calota polar que? Não era muito afetada pelas mudanças climáticas, mas atualmente essa ideia foi descartada hoje estamos vendo uma perda acelerada de volume e perda de gelo no oceano da Antártida. (John Rockstrom).
Se um Oeste da Antártida derretesse completamente isso levaria um aumento do nível do mar de mais de 5 metros. O leste da Antártida comporta 10 vezes mais, ou seja, mais de 50 m de aumento do nível do mar em potencial. (Ricarda Winkelmann).
Fonte: https://www.pik-potsdam.de/en/news/latest-news/ricarda-winkelmann-departs-on-201cexpedition-anthropocene201c-on-mount-chimborazo-ecuador
Ricarda Winkelmann é uma das colegas de honra e ela estuda como os pontos críticos podem interagir entre si? (Narrado por David Attenborough).
É importante destacar que tudo no sistema da Terra está conectado. Se uma parte do sistema climático ao cruzar é um ponto crítico. O mais provável é que outras partes do sistema também cruzem seus pontos críticos então pode-se imaginar isso como um efeito dominó. Você derrubar um deles e isso pode gerar um efeito em cascata. Está claro que com o aquecimento global estamos aumentando o risco de cruzar pontos críticos no sistema da Terra. (Ricarda Winkelmann).
Ao cruzarmos pontos críticos desencadeamos mudanças irreversíveis que podem significar que o planeta passará de nosso melhor amigo de uma posição onde ele atenua e reduz stress tirando o dióxido de carbono absorvendo o calor absorvendo impactos e chegaram a um ponto onde ele poderia auto reforçar o aquecimento se tornando um inimigo. (John Rockstrom).
É claro que o clima está sendo aquecido pelos gases do efeito estufa então é em nossas emissões de gases que encontramos um ponto crítico global. Muito antes do surgimento dos seres humanos a temperatura média da Terra acompanhava de perto a concentração de dióxido de carbono na atmosfera. Durante o Holoceno essa concentração se manteve relativamente estável, mas tudo mudou com a revolução industrial. Em 1988 ultrapassar as 350 partes por milhão de dióxido de carbono da atmosfera da Terra foi neste momento que ultrapassamos a barreira desde então corremos o risco de desencadear mudanças que levam ao aquecimento descontrolado. (Narrado por David Attenborough).
17:11 (faltam 56:52)
Fonte:
http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/589995-concentracao-de-co2-na-atmosfera-atinge-novo-recorde-em-maio-de-2019
A ultrapassar 350 partes por milhão de concentração de dióxido de carbono na atmosfera entramos na zona de perigo. (John Rockstrom).
Então 350 partes por milhão é a primeira das Barreiras. Eu estamos muito além disso. (Narrado por David Attenborough).
Atualmente atingimos um estágio onde a concentração de dióxido de carbono na atmosfera é cerca de 415. Partes por milhão. Estamos começando a ver os impactos de estar no meio da zona de perigo das Barreiras climáticas. Em relação à frequência crescente de secas de ondas de calor de enchentes e derretimento acelerado das geleiras do degelo acelerado do perfil de solo e o aumento dos incêndios florestais. (John Rockstrom).
À frente está um segundo limite estamos nos aproximando de 450 partes por milhão de dióxido de carbono. (Narrado por David Attenborough).
A zona de perigo da barreira planetária é definida pela faixa de incerteza da ciência hoje avaliamos que a faixa de incerteza na ciência está entre 350 partes por milhão. Que é a barreira entre a zona de segurança e o início da zona de perigo até 450 partes por milhão que é o Fim da zona de perigo e onde começamos a zona de alto risco? (John Rockstrom).
Se entrarmos na zona de alto risco os pontos críticos tornam-se altamente prováveis senão inevitáveis e esta é uma estimativa conservadora dado que os cinais dos pontos críticos já estão ao nosso redor. (Narrado por David Attenborough).
Isso quer dizer que a barreira climática do planeta é igual ao aquecimento de 1,5 °C e isso nos fornece todas as provas de que corremos um risco enorme se permitirmos ir além de 1,5. Estamos em 1,1 indo rapidamente em direção à 1,5 nossa única chance de ficar dentro da barreira climática do planeta é se alcançarmos nos próximos 30 anos uma economia mundial livre de combustíveis fósseis. (John Rockstrom).
Embora essa aberta para a temperatura global possa ter ganhado todas as manchetes Johan sabia que essa era apenas uma parte do panorama geral pois a estabilidade do nosso planeta depende mais do que apenas o Clima. (Narrado por David Attenborough).
Mais pesquisas e evidências tiveram que ser apresentadas para concluir que também temos 4 Barreiras da Biosfera. Barreiras que estão no planeta vivo. Isso inclui a configuração do terreno como é a composição dos biomas terrestres. Às 3 florestas tropicais. A floresta temperada a floresta boreal as pradarias. Os pantanais. O segundo é a biodiversidade isso é todas as espécies na água e na Terra. E claro terceiro é a corrente sanguínea o ciclo hidrológico. E finalmente a injeção de nutrientes que são fundamentais para o funcionamento da Biosfera existentes nos ciclos de nitrogênio e fósforo. (John Rockstrom).
A primeira das Barreiras da Biosfera a composição dos habitantes da Terra diz respeito a como estamos transformando atualmente esses habitats naturais. Nos aproximamos rapidamente de um importante ponto crítico em uma das maiores regiões selvagens remanescentes do planeta a Amazônia. Carlos nobre estuda décadas da importância da floresta tropical para a estabilidade do nosso planeta ele foi o primeiro a tocar o alarme. (Narrado por David Attenborough).
E eu vi a Amazônia em 1970 e 71 e 72 sem perturbar. Olhei na floresta. O que os? E eu mergulhava no rio Negro nadava com as Piranhas e nunca aconteceu nada comigo. (Carlos Nobre).
Desde aquela época grandes áreas da Amazônia foram desmatadas para pecuária e cultivo de soja. Carlos Nobre descobriu que isso está nos aproximando de um desencadeamento irreversível de mudanças em grande parte do que resta. (Narrado por David Attenborough).
Fonte: https://climainfo.org.br/2021/04/26/carlos-nobre-brasil-precisa-diminuir-desmatamento-na-amazonia-para-receber-recursos-e-evitar-sancoes/
Até 98 nós começamos o maior experimento científico já realizado em floresta tropical. (Carlos Nobre).
Muitas Torres foram construídas da floresta tropical para estudar como ela cria seu próprio clima os dados mostram que grandes partes da floresta tropical estão secando. (Narrado por David Attenborough).
Na Amazônia no máximo 3 meses de situação seca. Mas com o aquecimento global e também a degradação florestal em função das atividades humanas principalmente da pecuária e da soja. A estação seca está ficando 6 dias mais longa por década desde a década de 80. (Carlos Nobre).
Conforme a floresta é fragmentado e abatida sua capacidade de reciclar água e gerar chuva na estação seca diminuiu. Se prolongar por mais de 4 meses a densa vegetação morre e é substituída pela savana processo de dominado savanização. A cidade que partes da Amazônia já estão mudando. (Narrado por David Attenborough).
Passar de 20 a 25% da floresta. Com o aquecimento global continuando nós provavelmente vamos ter um processo irreversível de savanização que pode atingir 50, 60 por cento de toda a floresta amazônica. (Carlos Nobre).
Nós já perdemos cerca de 20% da floresta amazônica. Podemos estar prestes a transformar a Amazônia de amiga planetária inimiga planetária. Conforme a selva se transforma em savana muitas árvores morrem e o carbono é liberado na atmosfera. Carlos calculou que a Amazônia poderia liberar 200 bilhões de toneladas nos próximos 30 anos isso equivale a todo o carbono emitido em todo o mundo nos últimos 5 anos. (Narrado por David Attenborough).
Estamos muito, muito perto do ponto crítico. Estamos preocupados em combater a crise climática estamos preocupados em manter o carbono dentro da floresta. Ou não ligamos para isso. (Carlos Nobre).
A essa altura existem motivos para muita preocupação ainda estamos expandindo terras agrícolas em que os sistemas naturais estamos desmatando a floresta tropical em um ritmo que coloca todo o sistema em risco. (John Rockstrom).
Não somente a floresta tropical. Árvores de todos os tipos são valiosas para manter a estabilidade planetária. A tal ponto que uma perda de apenas 25% da cobertura florestal mundial pode acarretar no desencadeamento de pontos críticos catastróficos mas já eliminamos quase 40% dessa barreira avançamos muito zona de perigo. Uma segunda grande consequência do desmatamento é a perda da biodiversidade da natureza. Biodiversidade é a segunda das Barreiras da Biosfera porque ela fundamenta nossa capacidade de desenvolvimento da Terra. Mas não estamos a tratando muito bem (Narrado por David Attenborough).
A natureza está sendo degradada em uma velocidade escala sem precedentes na história humana. (Anne Languderie).
Anne Languderie É uma ecologista alarmada pela crescente enxurrada de evidências em todo o mundo que a natureza está em declínio. (Narrado por David Attenborough).
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1000000 de espécies de plantas e animais de um total estimado de 8000000. Do ameaçados de extinção. Se continuarmos nessa tendência negativa podemos estar caminhando para uma sexta extinção em massa. (Anne Languderie).
Em apenas 50 anos a humanidade eliminou os 68% da população selvagem global. Está claro que estamos em meio a uma crise de biodiversidade. Se perder toda essa estrutura são vitais a toda essa biodiversidade ameaça nossa própria vida na Terra. Com as atuais tendências negativas da biodiversidade. Não vamos ter capacidade de alimentar o planeta para isso você precisa de uma natureza que funcione bem. (Anne Languderie).
Para Johan foi uma história muito pessoal. Afetou de fato. (Narrado por David Attenborough).
Eu abri o jornal e li uma matéria sobre cientistas do Reino Unido que vinham para a Suécia. Para roubar abelhas rainhas bombos subterrâneos e dizia que eles basicamente invadiram durante a noite e pegaram as 100 abelhas rainhas dessa espécie para levar para o Reino Unido para consertar o que eles vinham destruída. (John Rockstrom).
Em toda a Europa as abelhas de bobos subterrâneos são as principais polinizadoras dos cultivos alimentares, mas na década de 90 foram consideradas extintas do Reino Unido. (Narrado por David Attenborough).
Temos aqui um país que se sente forçado a ir até outro país para poder roubar para recuperar alguns dos polinizadores e poderiam ter um ecossistema funcional então isso para mim foi um momento de perceber que a situação é muito séria. (John Rockstrom).
Por volta de 70% das espécies agrícolas do mundo dependem de certa medida da polinização por insetos. Mas a expansão da monocultura intensiva está levando ao declínio drástico dos insetos. A ironia que nossa produção global de alimentos está em resumo eliminando aquilo da qual a própria produção de alimentos depende. (Narrado por David Attenborough).
Não foi apenas a prova de um dos fundamentos na pesquisa da biodiversidade. Que diz que não é pela beleza que precisamos proteger a biodiversidade ou por algum tipo de responsabilidade moral de uma espécie seja humana ou outra espécie da fauna e da flora não ela é a caixa de ferramentas para o funcionamento das nossas sociedades. Ela é uma peça fundamental do quebra-cabeça para que haja o funcionamento da produção de alimentos do ar limpo da Água Limpa o sequestro de carbono e a reciclagem de nutrientes. Os cientistas tentaram calcular os benefícios que os insetos trazem simplesmente por fazer suas tarefas diárias em larga escala cada tipo fornecendo um serviço sutilmente diferente, mas possuem valor não mensurável até o momento em que desaparecem. Um planeta ser os insetos não é um planeta funcional. É claro que o declínio não se limita apenas aos insetos. A vida selvagem foi eliminada à medida que a agricultura se expandiu por grande parte das terras habitáveis do planeta. Hoje de todos os pássaros da Terra apenas 30% é selvagem. E de todos os mamíferos do planeta as espécies selvagens representam em peso apenas 4%. Então onde está a barreira para vir a biodiversidade? Quanto mais do mundo natural podemos perder antes que nossas sociedades entrem em colapso? (Narrado por David Attenborough).
Existem muitos pontos críticos diferentes no mundo natural e é difícil traduzir de forma concreta qual é o limite planetário quando se fala de biodiversidade porque a vida é muito complicada. (Anne Languderie).
Pode ser difícil de identificar uma única barreira para a perda da natureza devido à própria complexidade dela, mas uma coisa é certa já fomos muito além do limite. (Narrado por David Attenborough).
Estamos muito avançados no déficit. Nós estamos em um ponto tão perigoso quando se trata de perder espécies na Terra e destruindo é que os sistemas na Terra que temos que interromper a perda da biodiversidade. O mais rápido possível. Agora é a hora de definir como uma meta para 2021 2022 ou seja logo no início da década. Temos que ter como objetivo a perda nula da natureza. O equivalente a 1,5 °C de aquecimento máximo permitido seria uma perda nula da natureza daqui para frente. (John Rockstrom).
A terceira barreira da Biosfera está relacionada à corrente sanguínea do planeta pois a Água Doce é outro item fundamental. Depende. (Narrado por David Attenborough).
Você sabia que precisamos de pôr volta de 3000 de Água Doce por pessoa todos os dias para continuarmos vivos. Você pensa meu Deus 3000 litros são 3 toneladas de água como assim sim são 50 litros só para injeção higiene? E nos países ricos são mais uns 100 litros para lavar roupas de tarefas domésticas e a indústria precisa de mais (+)150 litros o que já são 300 litros e os outros 2500 litros são para a comida. Essa é a quantidade de Água Doce necessária para produzir todos os alimentos que consumimos no dia a dia. (John Rockstrom).
A Água Doce tem uma importância especial para John Rockstrom foi o tema de seu doutorado e de muitos anos de pesquisas das regiões semi-áridas da África. (Narrado por David Attenborough).
Ficava do nascer ao pôr do sol andando. Suando pra caramba coletando dados sabe escavando os perfis no solo querendo amostras do solo e fazendo medições de umidade. Coletando dados da chuva e da velocidade do vento. Eu me dê tanta área foliar não dá para imaginar o quão cuidadoso um cientista tem que ser só para fazer as medições em milímetro quadrado o tamanho de todas as folhas de uma planta. (John Rockstrom).
Eram os detalhes que ele precisava para responder uma pergunta muito maior de quanta água precisamos para alimentar o mundo? (Narrado por David Attenborough).
Minha tentativa de resposta quando fazia meu mestrado foi que sim parecia haver água suficiente. (John Rockstrom).
Mas existe o outro lado da moeda existe um limite global para o uso da Água Doce além do qual o sistema começa a entrar em colapso. (Narrado por David Attenborough).
Analisamos todas as bacias hidrográficas do mundo e então definimos qual é a quantidade mínima de escoamento superficial que qualquer bacia hidrográfica deve ter para manter a umidade no sistema para que existam eco sistemas prósperos bom suprimento d'água e bacias hidrográficas em funcionamento. (John Rockstrom).
O volume de água que está sendo extraído de cada Rio revela porque muitos atualmente corre o risco de secar. (Narrado por David Attenborough).
Globalmente ainda estamos segundo as avaliações atuais na zona de segurança em Água Doce, mas estamos indo rapidamente em direção à zona de perigo. (John Rockstrom).
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A última das Barreiras da Biosfera envolve o fluxo de nutrientes nitrogênio e fosforo. Eles são os componentes essenciais de todos os seres vivos os principais ingredientes dos fertilizantes exames. John presenciou os impactos do aumento do uso deles. Ele passou os verões de sua infância em uma ilha no mar Báltico. (Narrado por David Attenborough).
Eu amava pescar normalmente pescava com meu melhor amigo o Anders e o meu irmão mais novo Nicolas. E normalmente nós 3 sempre a gente sempre podia falar para minha mãe ou para o meu pai vocês querem um peixe no jantar e a gente voltava para casa com o resultado da pescaria uma das aventuras era aí. 3 4 km para o alto Mar no Báltico. Onde dava para pescar bacalhau com a mão. Nessa época eu era o melhor em limpar os peixes então depois de 1 hora tinha que parar de pescar porque a gente pegava tanto bacalhau que o único jeito de levar para casa ela se a gente cortasse no barco. E aí as gaivotas ficavam atacando a gente porque tinha muita. Muita entranha sabe. E os pedaços de peixe que eu cortava para a cadeia no barco. Ir para uma criança é um momento de muita alegria fazer aquilo. Agora depois de algumas décadas. É um cenário completamente diferente e não se vê mais ninguém tentando pescar bacalhau porque está literalmente vazia. A paisagem está exatamente igual ao dos anos 1970 em 1980 quando se olha na superfície, mas quando se submerge está completamente diferente. (John Rockstrom).
Quanto John Rockstrom era um garoto Báltico era um ambiente saudável dominado por peixes predatórios como bacalhau. Embora a pesca excessiva tenha removido muitos dos peixes foram os fertilizantes escoados dos Campos da redondeza que compeliram o Báltico ao desastre atualmente é o bar mais poluído do mundo. (Narrado por David Attenborough).
Quando se tem muitos mares semelhantes ao Báltico em todo o planeta. Há motivo para uma grande preocupação. Porque é um sinal de que o planeta inteiro está perdendo gradualmente sua resiliência e ficando cada vez mais fraco. (John Rockstrom).
Helena Bennett é uma especialista nos impactos dos fertilizantes. (Narrado por David Attenborough).
Tiramos o nitrogênio do ar e convertemos quimicamente em uma forma que possa ser usada pelas plantas ou no caso do fósforo e saímos do solo e exploramos. Desenvolvemos essas vias químicas ou maneiras de extrair o fósforo que eram muito mais eficientes e que praticamente dobraram, triplicaram ou até quatriplicaram a produção de comida em todo o mundo. (Helena Bennett).
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O que foi inestimável para alimentar a população em crescimento, mas adquirimos o hábito de aplicar muito baixo fertilizante do que as lavouras poderiam usar de fato os nutrientes não utilizados vão para os rios fertilizando em excesso também um processo denominado eutrofização. (Narrado por David Attenborough).
Vemos a proliferação de algas parece uma escória azul esverdeada na superfície do Lago. Ela costuma ter um cheiro horrível porque sentimos o cheiro das algas apodrecendo. E quando se decompõem ela consome oxigênio (Helena Bennett).
A redução do oxigênio altera composição química do sedimento no fundo do lado fazendo com que ele libere mais fósforo. (Narrado por David Attenborough).
Logo que ocorre o problema da eutrofização o Lago diz ótimo vamos piorar isso ainda mais e isso só cria um ciclo de resposta positiva que cria cada vez mais fósforo indo para o lado o que o mantém nesse estado? Também temos o mesmo problema de eutrofização nos oceanos onde temos o que são chamadas de zonas mortas pelos mesmos nutrientes e agora vemos essas zonas mortas em centenas de lugares no mundo. (Helena Bennett).
A eutrofização dos oceanos pode ter sido um importante colaborador para uma das 5 extinções em massa que já aconteceram anteriormente. Atualmente algumas zonas mortas já se expandiram e cobrem dezenas de milhares de quilômetros quadrados. O uso excessivo de fósforo hidrogênio é um dos impactos menos conhecidos, porém mais críticos que estamos tendo na Biosfera o avanço na zona de perigo já é grande. (Narrado por David Attenborough).
Já ultrapassamos muito da barreira dos nutrientes. Não é uma coisa que a gente pensa o tempo todo acho que temos que levar essa barreira muito mais a sério do que levamos atualmente. (Helena Bennett).
Nutrientes, água, as florestas, biodiversidade e o clima os 5 grandes componentes do nosso planeta que regulam estabilidade e sustentam nossa sobrevivência. Mas John Rockstrom seus colegas sabiam que este ainda não era o panorama completo. Eles ainda não haviam explicado um desastre pouco conhecido que acontece nos oceanos. seu impacto da estabilidade do nosso planeta pode superar todos os outros. (Narrado por David Attenborough).
Quando emitimos CO2 na atmosfera cerca de 1/3 dessas emissões acabam nos oceanos. (Terry Hughes).
Terry Hughes é um colaborador próximo de John Rockstrom a muitos anos. (Narrado por David Attenborough).
Isso mudou a química dos oceanos, mudou o PH e deixou menos alcalinos ou mais ácido. Por isso o nome acidificação dos oceanos. (Terry Hughes).
40:27 (faltam 33:36)
Quando o dióxido de carbono se dissolve na água ele cria acido carbono. Águas mais frias tem mais vulnerabilidade. Nas últimas décadas o oceano do mundo se tornou 26% mais ácido. E enquanto as concentrações de dióxido de carbono na atmosfera permanecerem em alta, o oceano continuará se acidificando. O ácido reage com substâncias químicas na água chamadas de íons carbonato, reduzindo a concentração delas. (Narrado por David Attenborough).
Afeta o amplo conjunto de organismos particularmente aqueles que precisam do carbonato para o crescimento dos esqueletos. Seres como moluscos, ostras, mexilhões.
A acidificação dos oceanos tem um histórico tenebroso. (Narrado por David Attenborough).
Mudanças globais na acidificação e no PH dos oceanos podem causar extinções em massa, vimos isso diversas vezes nos registos geológicos. Então conforme manipulamos o clima do planeta estamos literalmente brincando com fogo. No que se diz respeito as consequências imprevisíveis e além dos limites planetários ande para o desconhecido. (Terry Hughes).
Ainda estamos na zona segura para acidificação dos oceanos, mas estamos caminhando para a zona de perigo e potencialmente em uma catastrófica extinção em massa. Apesar de todas as complexidades da terra. John Rockstrom e seus colegas descobriram que apenas 9 sistemas que mantem nosso planeta estável. Mas ainda não descobriram as barreiras de dois deles. O primeiro é uma variedade de poluentes produzidos pelo homem. (Narrado por David Attenborough).
Chamamos de novas entidades abrange tudo de lixo nuclear, aos poluentes orgânicos, cargas de metais pesados, a micro plásticos. (John Rockstrom).
Os humanos criaram 100 mil novos materiais qualquer um poderia interagir com o ambiente de maneira catastrófica, até o momento essa barreira não foi codificada. simplesmente não sabemos os impactos cumulativos ou de longo prazo destas substâncias poluentes. Mas a maioria tem potencial de causar perturbações em todo o planeta. Existe uma forma de poluente que já está causando tanto impacto global que já possuem uma barreira própria. (Narrado por David Attenborough).
Os aerossóis são basicamente partículas na atmosfera eles são chamados de partículas de poluição do ar, 75% dos aerossóis vem dos combustíveis fósseis. Da para observar nos céus nebulosos, eles interceptam a luz do sol e dispersam (Veerabhadran Ramanathan).
Daqui para frente falta fazer revisão
Código. Graças ao senhor em seus colegas agora sabemos que o planeta tem 9 Barreiras. E há riscos à ultrapassadas. Junto com a camada de ozônio estamos pelo menos agora dentro da zona segura para acidificação dos oceanos e para Água Doce. Ainda não sabemos o quão perto estamos da zona de perigo para a poluição do ar ou para todos os outros poluentes as novas entidades. Mas o mais preocupante é que já ultrapassamos 4 das 9 Barreiras. Clima perda florestal nutrientes de biodiversidade. Agora estamos cruzando pontos críticos de reversíveis. Estamos perigosamente perto de colocar a Terra em um estado que é incapaz de suportar nossa estabilizações. O que vemos no mundo atual comprova a estrutura das Barreiras planetárias conversamos na zona de perigo do clima e na zona de alto risco da perda da biodiversidade temos evidências tão claras e por isso começamos a ver um aumento da seca impactos na floresta tropical. Entrar na Amazônia o derretimento acelerado das geleiras e o colapso dos sistemas de recifes de coral. Para os cientistas que testemunham essas mudanças planetárias a perda é muito além de apenas números. Querem rios passou a vida estudando os recifes de coral. Quando o coral fica doente ele fica branqueado. Os corais branqueiam quando as águas ao redor ficou muito quentes o que está acontecendo com frequência e intensidade cada vez maiores como consequência do aquecimento global. Nos grandes extremos térmicos como os que vimos nas últimas décadas durante eventos de branqueamento em massa os corais podem morrer muito rápido eles cozinham. O rastro de um evento de branqueamento é 10 vezes maior que um ciclone tropical de categoria 5 mais forte. Eles ultrapassam em escala os termos da dimensão do impacto e em relação a frequência que ocorre. Teve um estudo da grande barreira de coral o maior sistema de recifes do mundo. Eventos de branqueamento costumavam ser arros e pontuais mas nas últimas 2 décadas as ondas de calor Marinho causaram branqueamento generalizado. 3 dos 5 maiores eventos de franqueamento aconteceram nos últimos 5 anos. Estamos preocupados com a redução da lacuna entre um evento de branqueamento é o seguinte. Já vimos eventos de branqueamento seguidos acontecerem pela primeira vez na grande barreira de corais nos verões de 2016 e 2017. Intervalos são importantes para que os corais se recuperem. Metade dos corais do Recife já morreram. O trabalho de Terra envolve a realização de levantamentos aéreos para registrar a extensão de cada evento de branqueamento. Quando fazemos os levantamentos aéreos sobrevoamos o mais devagar e o mais baixo possível para que possamos ver os corais individuais e assim podemos avaliar quantos deles foram bloqueados e quantos não? Dá para ver. O metros de distância porque quase brilha e tem muitos corais brancos aqui. Ele é muito confrontador. Desculpe. Estamos em rumo ao futuro no qual a grande barreira de corais será o cemitério de corais. Os simuladores climáticos que os biólogos falam. Como em níveis atuais vão resultar em eventos de branqueamentos consecutivos um verão após outro até o final deste século? Já ultrapassamos o ponto crítico do branqueamento do coral. Cientistas e ecologistas como euro falam há décadas sobre o aquecimento global. E é uma situação frustrante. Porque. Ninguém nos ouve. Você é cobrado. Onde fica triste eu fico brava? De um motivo real para a gente ficar frustrado. Porque a ciência é clara e fala sobre isso a gente nos 30 anos e ainda não estamos indo na direção certa. Alô. Aula de fenda Ferraz. Aonde assim digo RS? Para onde direct s House ou Sampaio? Estou chorando str. Em 2020 Austrália aconteceu com um verão infernal. Alimentadas por temperaturas recorde. Milhares de hectares do território foram incinerados. As pessoas temem que isso se torne o novo hospital. Mas a ciência diz que não haverá o normal. Daniela Teixeira estuda as catatuas preto brilhante vou mandar as aves australianas mais vulneráveis. As catatuas preto brilhante deixam você chegar bem perto delas elas aprendem quem você é e acho que nos lugares que você visita regularmente elas realmente te conhecem. E aí você consegue chegar bem perto delas sentar embaixo da árvore que elas comem e conhecer cada um dos pássaros? Assim que ficou novamente seguro Daniela voltou a ouvir seus principais locais de estudo na ilha Canguru no sul da Austrália. É fevereiro época das peka tuas construírem seus? Não tem nenhum sinal de vida selvagem. Não sobrou mais nada. Parece uma. Carne piscina completo é quase como se não tivesse vendo no mesmo lugar que eu conheço como se fosse assim. Mesmo lugar. Porque é totalmente diferente. Passei os últimos 4 anos trabalhando nesse mesmo lugar então é isso é muito é bem difícil. Olhar para isso tudo esse lugar era muito. Toda tarde era um lugar de muita comoção. A essa altura é um ter filhotes. Isso é é angustiante. Meu Deus. Conheço muito bem. Esse lindo. É realmente horrível ver tudo assim. E só sobrou isso aqui. Sons cone de ferro queimado no chão. O que a gente coloca nas árvores com Minho para protegê-los para pré impedir que os gambas peguem os filhotes e só de ver esses cones de ferro abertos por toda parte? E volta de mim. Não foram suficientes para salvar todos. Isso é uma catástrofe ecológica sem dúvida. Os incêndios florestais de 2020 foram os mais devastadores da história da Austrália foi cientistas climáticos falam sobre esse tipo de evento há muito tempo e a gente esperava que pudesse acontecer. Mas não acho que ninguém pensou que fosse tão cedo. E tão grave. Sim dentistas estimam que os incêndios mataram ou deslocaram 3 bilhões de animais. 143 bilhões de mamíferos 2,46 bilhões de répteis 180000000 de pássaros e 51000000 de sapos. Esses números são. Enormes tão importantes. Eu não sei como lidar com eles. Como conservacionistas não devemos lidar com isso? Acho que isso é um chamado. Esses incêndios do verão negro mostraram que é o agora que está afetando hoje e vai trazer consequências duradouras. Tipo para onde dá pra ir? Incêndios florestais e branqueamento dos corais são causados por nós ultrapassando a barreira do clima. Mas é a destruição da natureza que está por trás do que tem sido de longe o impacto de maior alcance do nosso planeta desestabilizado. A pandemia da co vid 19 afetou a sua vida como afetou a minha. A COVID-19 foi um impacto planetário para o qual estávamos Ball equipados para lidar ela sobrecarregou os serviços de saúde e colocou a economia global de joelhos. Embora tenha surpreendido a muitos a organização mundial de saúde havia avisado que isso aconteceria. Estávamos destruindo a natureza. Dos ecossistemas. Fazendo práticas de agricultura muito agressivas. Estávamos praticando um desmatamento muito agressivo. Adicionando isso ao fato de que vivemos em cidades muito poluídas com uma densidade populacional muito alta eu acho que todos esses elementos estavam contribuindo para criar um cenário perfeito para qualquer novo vírus se espalhar. As doenças zona acho que as surgem e se espalham pela população humana acordo a resiliência da natureza está enfraquecida. Não é a natureza saudável que causa pandemias. Quanto à Transmissão de doenças ela somente acontece com certas espécies em determinadas circunstâncias e quando invadimos um ambiente delas de forma agressiva então a saúde humana a saúde animal e a saúde ambiental as 3 estão conectadas. A exposição à natureza é positiva desde que a gente não destrua a natureza e não destrua o ecossistema onde outras espécies são capazes de viver um. Eu acho que a co vid 19 fez a gente pensar tipo meu Deus uma coisa que aconteceu de errado em outro lugar do planeta. Pode de repente atingir a economia do mundo inteiro e mudar a minha vida de 1 minuto para o outro. O surgimento da ovid 19 foi um aviso claro de que nem tudo está bem com o nosso planeta. Uma oportunidade de do gênero e uma nova direção. Agora que ouvem seus colegas a ceder os faróis podemos ver as Barreiras com clareza podemos ver o caminho de volta para o espaço seguro para o futuro com mais resiliência. É possível? Não é uma questão de. Fazer um crescimento económico aqui e depois reduzir um pouco o impacto ambiental desse lado não agora é questão de enquadrar um modelo de crescimento em torno da sustentabilidade e deixar o planeta guiar tudo o que fazemos? Uma prioridade imediata é reduzir as emissões de carbono a zero e estabilizar a temperatura global ou mais baixo que pudermos. A janela ainda está aberta para que a gente consiga evitar passar dos 2°. Está até aberta para chegar a 1,5. Mas ela está aberta só por uma pequena fresta. Desde o começo da revolução industrial nós emitimos 2400 bilhões de toneladas de dióxido de carbono. Para ficarmos abaixo de 1,5° de temperatura devemos emitir menos de 300 bilhões de toneladas se continuarmos a emitir 40 bilhões de toneladas por ano nosso orçamento vai estourar dentro de 7 anos. É claro que não dá para desligar todos os serviços de energia da noite pro dia então a única maneira ordenada de fazer isso é reduzir a curva global de emissões agora porque é isso que a ciência mostra agora é a última chance que temos de reduzir a curva global. Qual é o ritmo mais rápido de redução das emissões que conseguimos alcançar nenhum estudo sugere que podemos ir mais rápido do que em 67 por cento ao ano? Porque 67 por cento ao ano significa diminuir pela metade em uma década. Cortar nossas emissões pela metade era cada década é uma taxa exponencial de mudança. Qualquer um pode adotar esse ritmo a gente pode fazer isso individualmente podemos dizer está legal de agora em diante eu e minha família vamos tentar cortar as emissões pela metade a cada década o que significa que ficaria livre de combustíveis fósseis em uma geração. Uma empresa pode fazer isso ou um país ou o mundo. Pode e deve fazer isso. A eliminação gradual dos combustíveis fósseis irá iniciar nossa jornada de volta ao espaço dentro das Barreiras do clima. Também irá reduzir substancialmente a poluição do ar e também diminuir a acidificação dos oceanos bem como reduzir a pressão sobre a biodiversidade. Mais emissões zero não são suficientes. Devemos também diminuir o carbono que já está superaquecendo o planeta. E há uma maneira muito eficaz de fazer isso. Plantar mais armas. Com esforço com o aval de plantar bilhões de árvores. Pode ser uma das soluções mais econômicas e viáveis para a crise climática. E plantar mais árvores é vital para compensar o carbono que continuamos a emitir. Para atingir a emissão zero o mais rápido possível. É claro recolher o carbono é apenas um dos benefícios oferecidos pelas armas. Checou colabora com Johan há muitos anos ele é um defensor das árvores. As árvores evitam que aconteça uma erosão excessiva dos solos terrestres. Com menos árvores vamos ter ainda menos chuvas do que agora. Ela pode crescer. Plantar árvores e restaurar nosso mundo natural trabalha é claro enormes benefícios para a biodiversidade do planeta mas também ajudará a estabilizar o clima a Água Doce e trará enormes benefícios para a produção de alimentos e todos os outros serviços que a natureza fornece gratuitamente. Imagine. Pela primeira vez desde o início da humanidade que poderíamos acordar uma manhã em um planeta com mais vida selvagem do que quando formos dormir. Existe outra transformação que é quase inacreditável de tão simples? Amanhecer dentro das Barreiras do planeta pode ser adotada por você ou por mim na verdade por qualquer pessoa com a liberdade de escolher o que comer? É interessante adotar uma dieta mais flexível. Com menos consumo de carnes vermelhas e maior de proteínas vegetais mais frutas e castanhas menos rica em amido. Se você adotar essa dieta e assumir que todas as pessoas comeriam alimentos saudáveis poderíamos realmente voltar a um espaço operacional mais seguro não só no clima mas não havia diversidade também terrestre e aquática no nitrogênio e do fósforo é animador saber que uma alimentação saudável pode ser uma das formas. Ir para salvar. Há mais uma transformação que é vital que nos traria de volta a zona de segurança dentro das Barreiras do nosso planeta imagine o mundo sem desperdícios sem que nada seja jogado fora? O desperdício é criado por interdição quando fazemos produtos raramente criamos meios para recuperar. Se transformarmos esse sistema linear em um modelo circular criando produtos de forma que as matérias-primas possam ser recuperadas nosso uso de recursos pode ser infinitos. Cada vez mais evidências mostram que economias circulares são fundamentais se quisermos ter uma chance de proporcionar uma boa vida para todos. Um cidadão do mundo. Eliminar o desperdício nos traria mais perto da zona segura para o clima diversidade e especialmente nutriente novas entidades e a poluição do ar. As Barreiras planetárias nos deram um caminho claro a seguir coisas simples como escolher em energias renováveis comer alimentos saudáveis plantar arros dizer não ao desperdício juntos esses aspectos podem transformar nosso futuro na Terra. E o mais legal é que estas transformações também melhorariam nossas vidas atualmente. Mesmo se você não se preocupa com o planeta e mesmo se você não se preocupa com a equidade no mundo mas pensa de um modo egoísta olhando apenas para você sua família e sua. Vida. E na minha opinião é uma posição muito respeitosa de se ter como um ser humano que batalha no dia a dia. Mesmo assim você ia gostar de estar de volta a um lugar de funcionamento seguro. Todos teriam benefícios imediatos com o apuro. Tendo uma expectativa de vida mais saudável e prolongada seus filhos seriam mais saudáveis. Voltar para dentro das Barreiras planetárias também significaria que você tem mais probabilidade de viver em sociedades com mercados estáveis e empregos estáveis o que reduz o risco de conflito e instabilidade onde você mora então resumindo você quer estar em um espaço seguro em vez de estar em uma zona de perigo? Minha conclusão pelas evidências que temos é que o que fizemos entre os anos de 2020. Para o futuro da humanidade no planeta. O futuro não está definido ele está nas nossas mãos o que acontecer nos próximos séculos será determinado por todas as ações que tomamos nessa década. É uma época extraordinária para se viver mas também carrega a grande responsabilidade de ações decisivas. Não temos tempo a perder. O que faríamos se amanhã? Saiu uma notícia de manhã dizendo que é um asteróide vindo em direção à Terra. Eu tenho certeza de que deixaríamos todo o resto de lado e nos concentraríamos em resolver o problema. Puxe o que tiver que apostar? Agora está claro pela ciência que a crise planetária que enfrentamos requer a mesma resposta unificada. Eu diria que não temos mais problemas ambientais no mundo. Desestabilizando o planeta o risco de desestabilizar o planeta é uma questão de segurança e estabilidade para todas as sociedades do mundo. Portanto é uma questão para o conselho de segurança eu acho que devemos colocar as Barreiras planetárias tem no centro do nível de segurança mais estratégico que temos no mundo que é o conselho de segurança das Nações Unidas. Então resposta global está agora ao nosso alcance como nunca esteve. Tenho uma coisa maior acontecendo agora que é ter uma espécie. Nós humanos ficou uma força dominante no planeta de uma forma que não vimos ao longo das eras nos últimos 4 bilhões de anos. A mãe Terra está sobre diagnóstico e observação contínua. A digitalização e a hiper conectividade no mundo da ciência e no mundo da observação significa que cobrimos todo o planeta com o conhecimento. E se agora estivermos entrando em uma nova e única era geológica que não é apenas definida seu fisicamente mas também determinada pelo fato de termos uma nova consciência integrada no planeta. Graças ao trabalho de cientistas como Johan roxton. Pode agir com a consciência da Terra. Como sério? Pensando e agindo com um propósito unificado garantir que nosso planeta permaneça para sempre saudável e resiliente o lar perfeito.
Bibliografia
ROCKSTROM, John, Documentário: Rompendo Barreiras: Nosso Planeta, BREAKING BROINDARIES THE SCIENCE OF OUR PLANET - UM DOCUMENTÁRIO ORIGINAL DA NETFLIX A SILVERBACK FILMS PRODUCTION IN ASSOCIACIATION WITH INDIKATE PRODUCTIONS Tempo 1:13:54, 2021.< https://www.netflix.com/br/title/81336476?preventIntent=true > Acessado em 2021.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...









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