Fonte imagem: (BANDEIRA, 2018).
Já me sinto um nativo de São Francisco do Sul, mas não daqueles que tem surtos nostálgicos de tempos passados.
O nome da cidade do santo que admiro, São Francisco de Assis um amante da natureza e animais.
O bairrismo de se fechar como colcha só naqueles que são de São Francisco do Sul.
E à velha forma de fazer política do correto se mistura com o diz que disse da fofoca coisa de cidade pequena.
A visão provinciana da Vila Babitonga, de Sambaquianos, Guaranis tem um patrimônio cultural, ambiental e histórico.
Os verdadeiros nativos do litoral são povos originários, mas os colonizadores mataram muitas pessoas dos povos nativos originários.
Há mais 170 sítios arqueológicos pré-coloniais na baía da Babitonga, distribuídos desde a planície litorânea até a encosta da serra do Mar, entre os quais se compreendem sítios de pontas, oficinas líticas de polimento, sambaquis com cerâmica, sambaqui fluvial, sítio Guarani, sítios Jê, estruturas subterrâneas, sambaquis a céu aberto e um único sambaqui sob rocha.(BANDEIRA, 2018).
Quando vejo que os que defendem o ideal colonizador de interesse da metrópole e esses fantasmas continuam sendo defendidos.
Afinal o que é ser nativo de São Francisco do Sul ?
Bibliografia
BANDEIRA, Dione da Rocha, Resultados preliminares da pesquisa no sambaqui sob rocha Casa de Pedra, São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brasil
Preliminary report on research of the Casa de Pedra shell mound, São Francisco do Sul, Santa Catarina, Brazil
Dione da Rocha BandeiraMaria Cristina AlvesGraciele Tules de AlmeidaJúlio Cesar de SáJéssica FerreiraCelso Voos VieiraVitor Marilone Cidral da Costa do AmaralMagda Carrion BartzJoão Carlos Ferreira de Melo Jr.SOBRE OS AUTORES
Nota de Pesquisa • Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Cienc. Hum. 13 (1) • Jan-Apr 2018 • <
https://www.scielo.br/j/bgoeldi/a/GskvmntcKv5hV5RsvWFLPyr/?lang=pt> acessado em 2021.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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