Em uma tentativa de normalizar o anormal, acostumar o senso comum com anomalias em aceitar o racismo, ódio, a mentira como sendo o direito a liberdade.
Todo direito tem uma obrigação se escutava isso no tempo dos militares que fizeram um golpe militar e civil em 1964.
Agora ainda estamos vendo uma ultra direita destilando venenos para causar e destruir a democracia.
O pluralismo de ideias não pode abrir espaço para que uma ideia de ódio possa destruir o pluralismo de ideias da democracia representativa.
Romper com o comportamento nazista
Boenas ideias explica o Colônialismo no Congo.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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