O verdadeiro comunista é contra a guerra, os líderes que se odeiam não morrem na guerra.
Mas, os operários que não se odeiam morrem em guerras. É por isso que a melhor posição é ser contra a guerra.
Lenin criticou esse plano e se ofereceu para fazer concessões aos nacionalistas, como então os chamava – “independentes”. Foram essas ideias leninistas, de fato, um sistema de estado confederado e o slogan sobre o direito das nações à autodeterminação até a secessão, que formaram a base do estado soviético: primeiro, em 1922, elas foram consagradas na Declaração sobre a Formação da URSS, e depois, após a morte de Lenin, e na Constituição da URSS em 1924.
Fontes bibliográficas
https://miltoncompolitica.wordpress.com/2022/02/22/putin-aponta-erro-grave-de-lenin-e-stalin-na-criacao-da-uniao-sovietica-integra-do-discurso/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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