A naturalização do neoliberalismo dentro do "MST", o neoliberalismo está penetrando como coisa natural nos produtores ecológicos.
Muito interessante a análise de Paulo Ghiraldelli Jr, os produtores do MST poderiam buscar na filontropia às possibilidades de investimentos em vez do mercado financeiro.
O próprio Lula chama de esperto o economista Eduardo Moreira e não inteligente.
A crença que produzir sem veneno é revolucionário e se todos produzirem sem venenos, fertilizantes que destroem oceanos.
Ele teria feito melhor se usasse de filantropia. Ele e os amigos poderiam sustentar certos acampamentos por filantropia, e não pelo desvio de rota, através da compra de títulos. Isso não vinga de modo efetivo, pois no limite, como projeto de política, o Banco do Brasil – como ele confessa – tem de entrar na jogada. Além disso, utilizando da filantropia pura e simples (como o filósofo Peter Sloterdijk defende, chamando tal coisa de “uso inteligente do dinheiro”), ele evitaria enfiar a lógica do sistema financeiro no MST. Há centenas de Ongs maiores que todo o MST que vivem assim. Ele evitaria de fazer as pessoas do MST acreditarem no neoliberalismo. Mas, isso seria pedir muito ao Eduardo, ele próprio não conhece outra lógica. Mesmo quando critica o neoliberalismo, Eduardo o faz segundo a ótica de um banqueiro. O capitalismo é, para ele, intocável. “É mais fácil imaginarmos o fim do mundo que o fim do capitalismo” – eis a regra que dirige cada neurônio do Eduardo Moreira.
(GHIRALDELLI, 2022).
Abandonando a lógica da economia solidária e a filantropia e abraçando a lógica de mercado financeiro.
A lógica do neoliberslismo é lucro com menor custo, mesmo o credito baixo está nesta lógica.
Fontes Bibliograficas
GHIRALDELLI,O MST NO MERCADO FINANCEIRO
2022
https://ghiraldelli.online/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...
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