O Boric no Chile é um exemplo de centro esquerda que poderá ser exemplo para o Brasil, mas para dar certo necessita maioria no parlamento.
O Lula tem que fazer igual Boric no Chile cobrar impostos das grandes fortunas.
E fazer políticas sociais necessárias para o desenvolvimento do Brasil.
O movimento do lulismo está forte, a tática eleitoral de fazer aliança com o neoliberalismo Alckmin está dando certo.
O PT vai eleger governadores nas principais capitais brasileira e nos parlamentos se conseguirá fazer convergências progressistas.
O tom conciliador é de centro, Lula tem essa experiência de negociar com todos os partidos brasileiro.
O Lula vai se eleger com alianças do PT psb PCdoB rede PV Psol e Solidariedade.
Ele Lula sabe da importância dos jovens, das mulheres, negros e pobre no país.
Ter consciência social e respeitar a vida, direitos humanos e dignidade.
Lutar por uma sociedade mais justa, com menos desigualdades livre e democrática.
Segundo o último Datafolha, 55% dos brasileiros disseram que não votam no atual mandatário de forma alguma nas eleições de outubro. A rejeição do presidente é ainda mais alta se pegarmos alguns segmentos do eleitorado.
“Bolsonaro é mais rejeitado por desempregados (66% nunca votariam nele), pretos (63%), nordestinos (62%), estudantes (62%), mulheres (61%), católicos (61%), jovens (60%) e os mais pobres (60%)”, afirmou reportagem da Folha. (VEJA).
Não existe Socialismo,
O lulismo é dentro do capitalismo.
Desenvolvimento é para todos e crescimento é só para rico
A ideologia conservadora é de todos ficarem ricos, uma utopia idealista.
O lulismo é garantir alimento, teto, emprego, saúde, educação para todos.
Bibliografia
https://veja.abril.com.br/coluna/matheus-leitao/o-numero-do-datafolha-que-e-fatal-para-jair-bolsonaro/
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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