Os povos originários que povoaram na atual cidade de Joinville e região: os Umbu cançadores coletores, sambaquis, Cerâmicos e Guaranis.
Povos originários no litoral norte de SC :
os Umbu cançadores coletores de 10 mil anos, sambaquis 5 mil anos, Cerâmicos 1100 anos e Guaranis 600 anos.
O vídeo explica um pouco dos vestígios de quatro povos o mais antigo Os Umbu 10 a 12 mil anos AP (antes do presente) , depois sambaquianos de 5.200 anos AP (antes do presente) 1100 anos AP, Cerâmicos 1000 anos AP e Guaranis 600 anos AP.
Os sítios de pontas vinculados à Tradição Umbu referem-se a grupos
de caçadores-coletores que viveram no sul e sudeste do Brasil desde o final do
Pleistoceno, em torno de 12 mil anos AP. São caracterizados pelo trabalho de
lascamento, que origina pontas de projéteis bifaciais encontradas em profusão
principalmente no interior em sítios a céu aberto ou sob rocha, havendo, no
entanto, registros de sítios com esse material no litoral. Na região da Baía
Babitonga foram encontrados três: um junto ao aterro sanitário de Joinville,
datado em oito mil anos, um na região do bairro Itinga, em Joinville, e um
na localidade da Vila da Glória, na parte continental de São Francisco do Sul
(OKOMURA; ARAÚJO, 2013).
Os sambaquis, que ocorrem ao longo de todo o litoral brasileiro, foram
inicialmente vistos como montes naturais de conchas, resultados da variação
do nível do mar ou outros eventos ambientais. Posteriormente, tendo em
vista a grande quantidade de esqueletos encontrados neles, passaram a ser
vistos como cemitérios – cemitérios dos bugres; depois, com o avanço das
pesquisas arqueológicas, passaram a ser interpretados como locais de moradia,
trabalho e rituais, principalmente para enterramentos de mortos. Atualmente,
por uma visão que privilegia as diferenças entre eles, acredita-se que nem
todos tiveram a mesma serventia. Os maiores podem ter tido a função de
cemitérios e outros de moradias ou acampamentos. Como em muitos não há
evidências que podem ser associadas a moradia, tem se levantado a hipótese
de que poderiam estabelecer seus assentamentos em outros locais ainda não
identificados pela arqueologia. Há uma grande variedade quanto à dimensão
e à morfologia entre esses sítios, como diferenças de altura e comprimento,
por exemplo, que devem estar relacionadas com o tempo de permanência dos
sambaquianos no local ou com atividades diferentes desenvolvidas por eles
(BANDEIRA, 2005).
Apesar de somente cerca de 20% dos sambaquis da Babitonga terem
sido pesquisados, os resultados disponíveis no momento indicam que essas
populações estiveram na região entre 5.900 ± 30 (sítio Praia Grande XI) e 780
± 30 (sítio Areias Pequenas I) anos AP. Também se sabe que a principal fonte
de proteína animal foram os peixes, embora se coletassem muitos moluscos,
cujas conchas foram usadas como matéria-prima para a construção dos montes. (RITA, 2019, p. 42).
Estudando o vídeo: Região de Joinville já era habitada há 10 mil anos: conheçaos povos anteriores à colonização
Assistir o vídeo e responder as cinco perguntas:
1- O que o vídeo fala sobre os povos originários UMBU na região norte de SC?
2- O que o vídeo fala sobre os sambaquianos?
3- O que o vídeo fala sobre os povos Cerâmicos Guaranis?
4- O que diz o vídeo sobre africanos na região?
5- O que o vídeo fala sobre colonizadores europeus?
A sugestão é de se escrever no caderno respostas desta proposta de estudo sobre a ocupação do território da região norte litoral de SC.
Bibliografia
O município de Joinville, Região de Joinville já era habitada há 10 mil anos: conheçaos povos anteriores à colonização , 2022. <
https://youtu.be/ZZPv8-oPhXU
> Acessado em 2022............
GUEDES, Sandra Paschoal Leite de Camargo, Rita / organizadoras Sandra Paschoal Leite de Camargo Guedes, Dione da
R598 Rocha Bandeira – Joinville, SC : Editora Univille, 2019.
O livro Rita encontra em PDF no Google.
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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