A Comissão Parlamentar de Senadores e Deputados para investigar a tentativa criminosa de golpe do 8 de janeiro tem que ser presidida por “Sua Excelência, o Fato”.
Ele já está no centro das apurações do Ministério Público, da Polícia Federal e do STF, inclusive com mais de 100 réus: não será abafado por narrativas absurdas. A tal "pós verdade" não prevalecerá.
A principal delas, que uma CPMI séria desmontará, é a de que o ataque aos Três Poderes teria sido concebido e facilitado pelo governo Lula (!?!). E as depredações e roubos nos prédios seria obra da esquerda. Essa versão estapafúrdia é insustentável.
Hitler também acusou os comunistas pelo incêndio ao Reichstag (o Parlamento Alemão), em 1933…
Uma CPMI equilibrada, sem histerias e mentiras, ouvirá desde financiadores a estimuladores e executores dos atos criminosos do 8 de janeiro, inclusive parlamentares que aplaudiram a tentativa sombria - presencialmente ou em suas redes antissociais.
Generais (como Heleno e Gonçalves Dias) e outros militares do GSI terão que depor. Todos serão investigados, por ação ou omissão. 81 militares já foram ouvidos pela PF.
Com a apuração chegando ao Parlamento (em janeiro, a bancada do PSOL tinha pedido uma CPI), a extrema direita golpista, por mais barulho que faça, ficará em apuros.
Ricardo Capelli, que teve firme atuação como interventor do DF após a tentativa sinistra, é o novo chefe do Gabinete de Segurança Institucional.
Com certeza gosta dos versos de outro Gonçalves Dias (1823-1864), nosso poeta romântico do século XIX: "A vida é combate, que aos fracos abate. Que os fortes, os bravos, só pode exaltar".
Charge: Zé Dassilva/Reprodução Internet
A presente análise discore sobre as distinções conceituais entre realidade, verdade e ideologia a partir de uma abordagem filosófica e crítica, articulando contribuições da epistemologia científica, da tradição platônica, da sociologia do conhecimento e da pedagogia crítica de Paulo Freire. Parte-se da compreensão de que a verdade não se confunde com a realidade em si, mas constitui uma construção histórica e social mediada por linguagens, interesses e estruturas de poder. Analisa-se o estatuto da verdade na ciência, na religião e na ideologia, demonstrando como determinadas “verdades” operam como instrumentos de dominação ou libertação. Ao final, sustenta-se que a busca da verdade exige uma postura rigorosamente crítica, dialógica e emancipatória. Em Jesus, a verdade nasce da realidade concreta dos pobres e oprimidos e se opõe a toda forma de ideologia que encobre a injustiça. Sua verdade não serve ao poder, mas se realiza no amor que liberta e transforma a história. Palavras-cha...

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